|

 Casos Ativos

 Internados

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

Covid-19 em França fecha 81 escolas e mais de duas mil turmas

16 set, 2020 - 13:47 • Lusa

Ano letivo começou há duas semanas. Ministro da Educação considera saldo positivo dado que no país existem cerca de 60 mil centros escolares.

A+ / A-

Veja também:


A França encerrou 81 escolas e 2.100 turmas após o registo de casos positivos de Covid-19, disse esta quarta-feira o ministro francês da Educação, duas semanas após a reabertura das escolas, considerando os dados aceitáveis.

Jean-Michel Blanquer disse à televisão LCI que o saldo é positivo, referindo que existem cerca de 60 mil centros escolares no país.

“Com apenas 0,13% das escolas encerradas e 0,3% das turmas, o retorno tem sido bom”, destacou.

No dia 7 de setembro, o saldo era de 28 estabelecimentos e 262 turmas fechadas.

O número de novos casos positivos do novo coronavírus em toda a França foi de 7.852 na terça-feira, muito acima dos 6.158 registados na segunda-feira, o que eleva o total de positivos desde o início da pandemia para 395.104, segundo dados das autoridades de saúde.

Na terça-feira, também ocorreram 49 óbitos devido ao novo coronavírus, dos quais 37 em hospitais, totalizando 30.999 mortos em França desde o início da epidemia de Covid-19.

A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 929.391 mortos e mais de 29,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.875 pessoas dos 65.021 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Cidadao
    16 set, 2020 Lisboa 18:38
    Cá só não vai acontecer o mesmo porque para manter o que resta da Economia a funcionar, o governo está disposto a sacrificar a Saúde, enterrando-a sob doses maciças de propaganda e desinformação