Tempo
|
A+ / A-

PAOK

Abel Ferreira admite que seria "muito difícil" eliminar o Benfica a duas mãos

15 set, 2020 - 21:51 • Redação

O treinador português salienta que está no PAOK para ganhar e garante que não muda de rumo consoante os resultados.

A+ / A-

Abel Ferreira ficou feliz com a vitória sobre o Benfica, que lança o PAOK para o "play-off" da Liga dos Campeões, porém admitiu que, a duas mãos, o resultado da terceira pré-eliminatória seria, provavelmente, diferente.

"Tenho de reconhecer que, se a eliminatória fosse a dois jogos, ia ser muito difícil para nós. Jogámos frente a uma grande equipa, que tem um dos grandes, se não o melhor treinador português da atualidade. Estamos de parabéns pelo jogo que fizemos", afirmou o treinador português, em conferência de imprensa após o encontro.

O PAOK jogou na expectativa, a explorar o contra-ataque, uma estratégia diferente da utilizada em jogos caseiros. Para Abel Ferreira, tudo se explica com a necessidade de "ajustar as velas em função do vento".

"Há jogos em que atacamos no mesmo patamar, quando as equipas são do nosso nível. Quando jogamos com equipas como o Larissa, atacamos no patamar de cima. Frente a equipas como o Benfica, tínhamos de atacar de baixo para cima", esclareceu o técnico.

"Está a ser criado há um ano"


A vitória sobre o Benfica, embora satisfatória e com estratégia diferente do habitual, não altera o rumo que está a ser definido há já um ano.

"O que vimos é algo que está a ser criado há um ano. Trabalho de jogadores, treinadores, administração, de todo o clube. Quem não conhece o futebol pode pensar que é o trabalho do último mês, mas não. Sou o mesmo treinador quando a equipa perde e quando a equipa ganha, temos é de manter um equilíbrio. Nem éramos os piores antes, nem somos os melhores agora", afirmou Abel Ferreira à imprensa grega.

Abel não encara este triunfo sobre Jorge Jesus com uma vitória pessoal e preferiu, até, destacar o trabalho da equipa e do clube grego:

"O clube investiu para termos o melhor para atingirmos os nossos objetivos. Gosto de estar aqui, já disse que estou aqui para ganhar e não para perder o meu tempo. Temos garantias para fazer isso mesmo."

O técnico português sublinhou que, agora, a receita é "continuar a trabalhar", sempre no mesmo rumo. "Vitórias e derrotas não mudam os meus planos, temos de seguir este plano específico", assinalou.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.