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Leiria-Fátima. Jovens convidados a celebrar a festa de Santo Agostinho, padroeiro da diocese

25 ago, 2020 - 17:56 • Teresa Paula Costa

Cardeal António Marto preside à missa que decorre na sexta-feira.

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O bispo da diocese de Leiria-Fátima, cardeal D. António Marto, preside na sexta-feira, às 19h15, na Sé de Leiria, à Eucaristia da festa de Santo Agostinho, o padroeiro principal da diocese, junto com Nossa Senhora de Fátima.

Segundo a agência Ecclesia, que cita uma publicação "online" do vigário geral da diocese, padre Jorge Guarda, os jovens são convidados a “encontrar” no padroeiro da diocese “uma inspiração e ajuda para o seu caminho espiritual”.

“No final do biénio a eles dedicado, convidam-se os jovens, que podem encontrar em S. Agostinho uma inspiração e ajuda para o seu caminho espiritual”, escreve o vigário-geral, que salienta que, na exortação apostólica ‘Cristo Vive’, destinada à juventude, o Papa Francisco refere “três vezes a figura, a experiência e as palavras de S. Agostinho”, considerando-o “exemplo e estímulo para os jovens que buscam Deus nas vicissitudes da vida e do mundo”.

O ano pastoral 2019/2020, na diocese de Leiria, foi dedicado aos jovens, com o tema "Vocação: caminhos de vida e serviço’ e começou com o fórum ‘Jovens: oportunidade e desafios".

“Dentro das precauções exigidas pela saúde pública”, escreve o sacerdote, são também convidadas a participar na celebração da festa todas as pessoas que “desejem honrar este santo padroeiro e, de modo especial, os mais empenhados na vida desta Igreja local”: sacerdotes, religiosos e religiosas e os leigos que colaboram na ação apostólica, particularmente os ligados a serviços e conselhos diocesanos, a movimentos e associações”.

Santo Agostinho nasceu a 13 de novembro de 354, em Tagaste, na Argélia, e morreu a 28 de agosto de 430. Aos 32 anos de idade, converteu-se ao catolicismo, tendo sido ordenado sacerdote, em 391, em Hipona, e nomeado bispo desta diocese quatro anos depois. Durante a sua vida, escreveu mais de uma centena de obras, sendo “Confissões” e “A cidade de Deus” as mais famosas. Em 1298, foi canonizado por aclamação popular e reconhecido como Doutor da Igreja, pelo Papa Bonifácio VIII.

A igreja de Santo Agostinho, situada na Rua Tenente Valadim/Largo da Infantaria, começou a ser construída em 1577 e o complexo conventual dois anos mais tarde, 1579.

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