Tempo
|
A+ / A-

PJ deteve suspeita de atear fogo florestal no Parque Nacional da Peneda-Gerês

11 ago, 2020 - 15:36 • Lusa

A suspeita, uma doméstica de 57 anos, reside na freguesia onde ateou o incêndio, tendo recorrido a um artefacto retardante da ignição.

A+ / A-

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga deteve uma mulher de 57 anos suspeita de atear um incêndio florestal registado em 4 de agosto no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), no concelho de Terras de Bouro.

Em comunicado, a PJ refere que o local onde o incêndio teve início é uma zona de “difícil acesso”.

“Existiam condições de enorme risco de propagação à vasta mancha florestal envolvente, designadamente derivado a carga combustível do PNPG e pela orografia própria da região, o que se traduz num elevadíssimo perigo concreto para as pessoas, para os bens e para o ambiente, em particular para a área protegida em apreço”, acrescenta.

Segundo a PJ, o incêndio consumiu cerca de dois hectares de vegetação herbácea, mato e arvoredo, “não tendo atingido maiores proporções devido à rápida intervenção dos bombeiros”.

A PJ acrescenta que a arguida, doméstica, reside na freguesia onde ateou o incêndio, tendo recorrido a um artefacto retardante da ignição.

“Foram recolhidos substanciais elementos de prova, que conduziram à detenção”, lê-se ainda no comunicado.

Na operação, a PJ contou com a colaboração do Grupo de Trabalho do Norte de Redução das Ignições Florestais e da GNR.

A detida irá ser presente a tribunal, para primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Júlio Fernandes
    11 ago, 2020 Lisboa 16:58
    Porque é que acedo a um artigo sobre um incêndio no Gerês e levo com um cabeçalho com a estatística do Covid, não acham doentio e desproppsitado?