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TikTok responde a Trump. Empresa chinesa não planeia "ir a lado algum"

02 ago, 2020 - 10:00 • Redação com agências

Esta rede social tornou-se muito popular nos Estados Unidos, nos últimos anos, especialmente entre os adolescentes, que o usam para fazer pequenos vídeos.

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Depois de o presidente norte-americano anunciar que pretende proibir a rede social chinesa no país, a TikTok, com sede em Nova Iorque, fez um vídeo que foi colocado na sua página do Twitter onde avisa Donald Trump de que não tem planos de “ir a lado algum”.

Na gravação, a diretora-geral para os Estados Unidos agradece aos milhões de norte-americanos que utilizam esta aplicação diariamente.

Vanessa Pappas disse que a empresa está orgulhosa dos 1.500 trabalhadores que tem no país e que pretende criar outros 10 mil empregos durante os próximos três anos.

“Tiktok é o lugar de criadores e artistas para expressar as suas ideias e se ligarem com pessoas de diferentes origens. Estamos orgulhosos de todos os que consideram a TikTok o seu lugar”, salientou no vídeo.

Trump alegou motivos de segurança nacional para avançar com a proibição. “Tenho essa autoridade. Posso fazê-lo com uma ordem executiva”, sublinhou.

No início deste mês, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, já sugerira que o Governo estava a pensar em restringir o acesso à TikTok em solo norte-americano, dada a possibilidade de Pequim estar a usar a rede social como um meio de monitorização e distribuição de propaganda.

A TikTok é uma rede social desenvolvida pela ByteDance, com sede em Pequim, na qual vídeos curtos são partilhados, com grande sucesso entre o público adolescente, mas, ao mesmo tempo, levanta grandes dúvidas quanto à segurança dos dados de utilizadores e vínculos com o Partido Comunista Chinês.

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