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DGS garante que não vai reduzir os testes a contactos com infetados

01 ago, 2020 - 09:44 • Carla Caixinha

Comunicado diz que as autoridades de saúde continuam empenhadas na aplicação da estratégia de ‘testar, testar, testar’.

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A Direção-Geral da Saúde garante que não vai reduzir os testes a contactos de alto risco com infetados pelo novo coronavírus, desmentindo a notícia do “Expresso”.

“A DGS desmente categoricamente a restrição da realização de testes a contactos de casos confirmados, tal como o fez, oportunamente, junto do jornal”, pode ler-se na nota enviada à redação.

Neste texto, a DGS reafirma estar apostada na estratégia de testar e que a nova norma, publicada há mais de uma semana, não vai restringir a testagem ou o universo de pessoas abrangidas.

“As autoridades de saúde portuguesas continuam firmemente empenhadas na aplicação da estratégia de ‘testar, testar, testar’, o que já conduziu à realização em Portugal de mais de 1,6 milhões de testes laboratoriais para SARS-CoV-2, tendo a percentagem de testes positivos vindo a diminuir de forma consistente ao longo das últimas semanas (2,9% no dia 29 de julho).”

Segundo a nota oficial, está em curso a duplicação da capacidade de testagem do SNS (de cerca de 12.000 testes/dia para cerca de 24.000 testes/dia só na rede pública). Recorda ainda que a decisão de prescrição é sempre uma decisão clínica.

O semanário “Expresso” avança que as análises vão ficar limitadas a casos secundários, o que vai reduzir o número de casos, passar uma imagem “menos catastrofista” do país, poupando testes para o inverno.

Para a Ordem dos Médicos, esta alteração viola a principal recomendação da Organização Mundial da Saúde e peritos consultores da DGS ameaçam cessar funções se a regra se manter.

Em Portugal, morreram 1.735 pessoas das 51.072 confirmadas como infetadas, de acordo com o último boletim da Direção-Geral da Saúde.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 673 mil mortos e infetou mais de 17,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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