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Governo cria grupo de trabalho para facilitar dispensa de medicamentos a doentes de risco

08 jul, 2020 - 16:35 • Redação

Há mais de 152 mil utentes a necessitar da dispensa hospitalar. A ideia é criar circuitos e locais mais cómodos para os doentes.

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A secretária de Estado da Saúde, Jamila Madeira, anunciou, durante a conferência de imprensa desta quarta-feira sobre a situação da pandemia de covid-19 em Portugal, que foi criado um grupo de trabalho, liderado pelo Infarmed, para potencial alteração da forma como é feita a dispensa de medicamentos.

Segundo a governante, há mais de 152 mil doentes a necessitar desta dispensa hospitalar e, depois de dois meses após o confinamento, chega a hora de verter para uma nova estratégia aquilo que foi a aprendizagem feita e assim "melhorar a vida dos doentes".

"Queremos produzir resultados em 60 dias", disse Jamila Madeira.

Nos meses de abril e maio, segundo o o presidente do Infarmed, Rui Ivo, também presente na conferência de imprensa, 30 mil doentes receberam os medicamentos em casa e 15 mil numa farmácia que escolheram. Segundo o presidente daquele organismo, a experiência dos últimos meses será avaliada com o objetivo de criar modelos que possam ser adotados e aplicados no futuro.

Ivo explicou ainda que estes medicamentos se dedicam a vários grupos de risco como os portadores de HIV, ou doentes oncológicos, por exemplo, e que na pandemia mereceram um redobrado cuidado por serem pecientes de risco.

As entregas de medicamentos neste período, segundo este responsável, estavam limitadas a marcação prévia, a áreas dedicadas, a entrega ao domicilio, ou entrega num local de perferência do doente, farmácia, ou outro hospital ou centro de saúde.

Rui Ivo estima ainda que em Setembro possa existir já “uma proposta preparada” pelo grupo de trabalho para ser apresentada. A ideia diz é criar um conjunto de iniciativas para que o medicamentos cheguem aos doentes de forma mais cómoda.

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