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Ministério da Educação

Portal das Matrículas sofreu ataques informáticos e Governo decide que passa (quase) tudo a ser automático

07 jul, 2020 - 15:42 • Redação

Exceção são as mudanças de ciclo ou transferências de escola, anunciou o Ministério da Educação.

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A maioria das matrículas dos alunos para o próximo ano letivo vai ser automática, à exceção das transferências de escola, anunciou esta segunda-feira o Ministério da Educação, que diz que o Portal das Matrículas foi “alvo de ataques informáticos”.

“As renovações de matrícula para os 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º e 12.º anos passam a processar-se de forma automática, com exceção das transferências de estabelecimento de ensino”, refere o gabinete de imprensa do Ministério da Educação.

O Portal das Matrículas passa agora a ser utilizado apenas pelas famílias cujos filhos vão mudar de ciclo (ou seja, entram para o 5.º, 7.º e 10.º anos) ou nas situações em que pretendam mudar de escola.

As dificuldades de acesso ao Portal das Matriculas levou a muitas queixas junto do Ministério da Educação, que decidiu prolongar o prazo das inscrições.

Hoje, a tutela explica que, além do elevado fluxo de acessos – houve dias em que foram “ultrapassadas as 100 mil matrículas” –, o portal foi alvo de ataques informáticos.

“Além do fluxo de acessos, associado a páginas conexas ao Portal das Matrículas que estiveram em baixo, registaram-se ataques informáticos de elevada complexidade, que estão a ser acompanhados pelo Centro Nacional de Cibersegurança, e que provocaram graves bloqueios no sistema”, refere o ME.

Segundo o Ministério, neste momento, já estão “concluídas cerca de 70%” das matrículas e agora com o sistema automático e consequente redução de fluxo ao Portal, o ME acredita que deverá “melhorar a acessibilidade da página, para quem tenha de efetuar a matrícula por essa via”.

Comentários
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  • Andrea Almeida
    09 jul, 2020 14:36
    Portal das matriculas.... Constantemente em manutenção. Uma falta de respeito pelos contribuintes. O Governo goza com o tempo e com o dinheiro dos contribuintes.
  • Cidadao
    08 jul, 2020 Lisboa 08:41
    Os Hackers têm as costas largas. Digam antes que deram a mais uma empresa de "amigalhaços" a adjudicação do portal, fala-se que por cerca de 400 000€ e fizeram um trabalho como a cara deles. A conversa de "Hackers" é só um disfarce. O portal está mesmo mal feito e a troco duma fortuna.
  • CRISTINA CARDOSO CARDOSO
    07 jul, 2020 21:53
    Realmente foi um grande stress e agora quem ja fez online?