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Mais de 500 bombeiros em incêndio em Pampilhosa da Serra

04 jul, 2020 - 15:35 • Lusa

Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil emitiu na sexta-feira um aviso à população para o perigo de incêndio rural nos próximos dias, devido às elevadas temperaturas previstas e à baixa humidade.

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Um incêndio florestal em Janeiro de Baixo, Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, está a obrigar à intervenção de 504 bombeiros e 1 meio aéreo, ao cair da noite, mas já foram 15.

De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o incêndio deflagrou pouco depois das 13h00.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra, em declarações à agência Lusa, às 14h35, disse não haver habitações em perigo e explicou que estão a ser mobilizados mais meios para o local.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu na sexta-feira um aviso à população para o perigo de incêndio rural nos próximos dias, devido às elevadas temperaturas previstas e à baixa humidade.

Em comunicado divulgado na sexta-feira à tarde, a ANEPC refere que, “de acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se um agravamento das condições meteorológicas favoráveis ao incremento do risco de incêndio, devido ao tempo quente e seco”.

A ANEPC destaca que a humidade relativa do ar será inferior a 30% no interior e no Algarve durante a tarde e em geral com fraca recuperação noturna.

Quanto à temperatura máxima, estão previstos valores acima de 30°C na generalidade do território, “podendo rondar os 40°C no interior no domingo e segunda-feira, com possibilidade de ocorrerem noites tropicais no interior e no Algarve a partir de domingo”.

Face a estas previsões, é proibido fazer queimadas extensivas sem autorização, fazer queima de amontoados, utilizar fogareiros ou grelhadores em todo o espaço rural, salvo se usados fora de zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito, fumar ou fazer lume nos espaços florestais, lançar balões de mecha acesa e foguetes, usar motorroçadoras (exceto se possuírem fio de nylon), corta-matos e destroçadores nos dias de risco máximo e obrigatório usar dispositivos de retenção de faíscas e de tapa-chamas nos tubos de escape e chaminés das máquinas de combustão interna e externa nos veículos de transporte pesados e um ou dois extintores de 6 Kg, consoante o peso máximo seja inferior ou superior a 10 toneladas.

[notícia atualizada às 21h20]

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  • Filipe
    04 jul, 2020 évora 17:21
    No tempo da gripe espanhola e peste também se pegava fogo a tudo e estamos cá . Era o melhor desinfetante na altura .