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Guilherme Aguiar: “FC Porto tem mais que obrigação de ser campeão”

30 jun, 2020 - 15:00

O antigo dirigente dos dragões considera que o FC Porto tem obrigação de vencer, pelo menos, três dos cinco jogos que faltam para terminar a Liga, para conquistar o troféu.

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José Guilherme Aguiar considera que o FC Porto tem obrigação de ser campeão nacional com a vantagem que tem: seis pontos de diferença para o Benfica e vantagem no confronto direto. Faltam três vitórias.

Perante este cenário matemático, Guilherme Aguiar sublinha, em entrevista a Bola Branca, que "seria demasiado pessimista se não acreditasse que o FC Porto pudesse ser campeão".

"No futebol não há razões para pessimismos ou otimismos, mas sim para a realidade, e a realidade mostra que há seis pontos de vantagem para o FC Porto. Faltam três vitórias para conquistar o campeonato e o FC Porto tem mais do que obrigação de ter essas vitórias, porque é uma equipa que joga objetivamente para ganhar, e é um dos favoritos justificadamente à conquista deste campeonato”, salienta.

Na opinião de Guilherme Aguiar, a "almofada" de pontos que o FC Porto tem sobre o Benfica permite à equipa de Sérgio Conceição abordar os próximos jogos "sem descontração, mas com alguma calma, sem o desvario do medo de perder pontos". Algo que, considera o comentador, poderá facilitar a conquista do título:

“Tem sido normal, que a partir de uma certa altura, quem vai à frente conquista o campeonato, porque está mais motivada e a mentalização é diferente. O FC Porto tem de conseguir bons resultados com boas exibições para que a equipa se sinta confortável e motivada”, afirma.

Solidariedade por Bruno Lage


Guilherme Aguiar aborda, ainda, a saída de Bruno Lage do Benfica. O comentador portista defende o treinador e dá uma bicada ao presidente do rival, Luís Filipe Vieira: "O treinador é sempre o elo mais fraco."

“É mais fácil despedir o treinador do que os jogadores. Bruno Lage é um excelente treinador, é equilibrado, não tem o feitio de Sérgio Conceição e isso fá-lo parecer mais fraco e mais maleável perante o plantel. Eu não acreditaria que Sérgio Conceição não conseguisse ganhar, tivesse o seu lugar em perigo, a não ser que ele próprio quisesse sair voluntariamente. Não deixo de sentir alguma solidariedade para com o Bruno Lage, que durante o tempo em que comandou o Benfica teve sempre palavras completamente diferentes daquelas que o seu presidente tem, de grande arrogância, de grande antipatia para com os outros, e que agora já se quer vitimizar ao dizer que vai embora. Essa estratégia é igual àquela 'agarrem senão eu bato-lhe'”, conclui.

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