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​Ford Puma – O trunfo do design

22 jun, 2020 - 14:40 • José Carlos Silva

Na década de 90, o Ford Puma mandou uma pedrada na imagem algo aborrecida da marca. Ressurge agora maior, mais alto e sem dúvida ainda mais bonito.

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Exterior

As ópticas do Puma são, esteticamente, a cereja em cima do bolo neste modelo. Fazem lembrar as do mítico GT40.

Mas as comparações ficam por aqui, seja por dentro ou por fora.

O design é o grande trunfo deste modelo que tal como o seu pai nos anos 90, utiliza a mesma plataforma que o Fiesta. Mas é bem mais atraente.

Um Suv, com os condimentos a condizer. Desde logo tem 5 portas. É alto e bem proporcionado. Maior que o Fiesta, e mais largo. Na traseira o conjunto dos indicadores luminosos está colocado numa posição superior, ainda mais à vista dos olhos do condutor que seguir noutro carro atrás.

Na frente, a grelha é de grandes dimensões, seguindo a tendência do resto da família Ford.

Interior

Há uma aposta em materiais de melhor qualidade, sendo que os plásticos mais duros estão situados fora de mão, como interessa.

Genericamente, é parecido com o Fiesta.

Os bancos são de fácil regulação, e a posição de condução é muito correcta. O espaço traseiro é adequado a dois adultos e a uma criança no lugar do meio.

A bagageira, parece pequena. Parece, porque tem 456 litros de capacidade. Debaixo do plano da bagageira, há uma megabox, um buraco no fundo da mala com 80 litros. Pode lá deixar os sacos das compras, com a certeza de que não vão andar a dançar na bagageira. E se por exemplo partir alguma garrafa, não há problema, porque tem um ralo que permite escoar os líquidos. Engenhoso, não?!

Os bancos acolhem bem o condutor e o passageiro, a informação no quadrante digital é fácil de seguir, com várias “páginas”, e entre elas a que permite acompanhar ao pormenor os consumos e o funcionamento do motor híbrido.

Motor

Este modelo testado, um Puma 1.0 EcoBoost MHEV St Line X , é um híbrido com 125 cavalos. Podemos dizer que é poupadinho como é norma nos motores com esta cilindrada. 5,5 litros aos cem, a andar com cuidado, ou a ritmos mais emocionantes, escala para a casa dos 8. É um motor agradável.

A caixa é justa, de seis velocidades, manual, de bom manuseamento.

Vai do zero aos cem em 9,8 segundos e tem uma velocidade máxima de 200 quilómetros por hora.

Andar de vidros abertos a velocidades acima de 70 quilómetros por hora significa ter de lidar com o barulho intrusivo do vento. Nada que não se resolva ligando o ar-condicionado.

O modelo testado custa 25.475 Euros, e inclui um sistema de som da B&O.

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