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DGS insiste. Máscara “não nos dá imunidade”

06 jun, 2020 - 19:33 • Redação

Graça Freitas deixou alerta depois de ver as manifestações deste sábado.

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A diretora-geral da Saúde (DGS) volta a alertar para a falsa segurança que é dada pela utilização de máscara.

“A máscara é uma medida adicional, ajuda-nos a proteger, é um método barreira, mas não nos dá imunidade. Se nos desse imunidade, o assunto no mundo estava resolvido. Fazíamos as nossas vidas, passávamos a incorporar a máscara e deixávamos de ter casos da doença”, referiu.

Graça Freitas reafirmou que, “seja em festas, seja em raves, seja em ajuntamentos no exterior, não nos podemos juntar, mesmo com a máscara”.

A DGS mostrou-se preocupada depois de ver “imagens de manifestações e movimentos na cidade de Lisboa”.

A responsável da saúde diz-se convencida que “a epidemia em Portugal vai tender para uma situação de controlo, que não é zero casos, é ter a situação não epidémica e não com tendência crescente”.

Sobre o caso específico de Lisboa e Vale do Tejo, Graça Freitas foi clara: “Quando falamos em ter uma doença controlada ou em vias de controlar, quer dizer que não temos um crescimento exponencial. Ainda não é tão baixo como gostaríamos, mas não é um crescimento exponencial”.

Comentários
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  • desabafo assim
    07 jun, 2020 12:38
    Ai o que eu fui fazer! Contrariar essa frase de desespero na sociedade é o que se pretende, evitar calamidades. Certo é a máscara não ser suficiente, se assim fosse não diriam os médicos que não sabiam como se transmite na origem do surto, não eram eles suficientemente lúcidos sobre o assunto? A segunda vaga, constatada pelas palavras da história, não é uma renovação de força no contágio é sim o abandono, pelo desgaste, da própria sociedade a esta forma de pressão social. A mesma leva o soldado entrincheirado, durante longo período, a levantar-se e correr para o campo do inimigo sem arma. Antes desse ato de desespero proliferam contendas na trincheira. As contendas começam a surgir, vestidas de forma diferente em cada nação, mas todas elas com algo em comum, bruscas, instintivas e sem interesse algum no diálogo, na contra-argumentação. É necessário dar a voz a quem tem o dom da palavra para conter esta segunda vaga, mais uma disciplina, a oratória.