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​Feira do Livro de Lisboa realiza-se entre 27 de agosto e 13 de setembro

28 mai, 2020 - 17:01 • Maria João Costa

A feira que deveria ter lugar em maio de junho foi adiada devido à pandemia de covid-19. Vai agora ter lugar no Parque Eduardo VII, em Lisboa, entre 27 de agosto e 13 de setembro, confirma a APEL.

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É a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) que confirma. A 90.ª edição da Feira do Livro de Lisboa vai decorrer entre 27 de agosto e 13 de setembro.

Numa altura em que o setor vive tempos dramáticos devido à paragem na atividade livreira e editorial provocada pela pandemia de covid-19, a feira que tinha sido adiada, vai mesmo realizar-se

Segundo a APEL, a feira irá seguir as recomendações de segurança e higiene por causa da pandemia. O certame, que reúne milhares de leitores, irá decorrer com a “normalidade possível, tendo em conta as restrições e condicionalismos que a situação provocada pela pandemia exigir”, refere a APEL.

“Apesar da situação atípica que se vive, a organização da Feira do Livro de Lisboa irá colocar em marcha todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos participantes e visitantes”, afirma a APEL em comunicado. Na quarta-feira, a vereadora da Cultura de Lisboa, Catarina Vaz Pinto, tinha confirmado ao Observador que a feira iria manter-se.

A decisão de realizar a feira no final de agosto, início de setembro como tinha sido avançado pela APEL no final de março, foi tomada em coordenação com a Câmara Municipal de Lisboa.

Durante 18 dias, os livros vão voltar a encher o Parque Eduardo VII, através de centenas de marcas editoriais, com o objetivo de promover o livro e os hábitos de leitura, atrair visitantes de todo o país, e promover uma “intensa programação para toda a família”.

A Feira do Livro de Lisboa será no atual contexto de crise que afeta o setor livreiro, um balão de oxigénio. As vendas de livros, depois da reabertura das livrarias têm crescido muito lentamente. Recorde-se que a paragem da atividade implicou a não edição de novos livros e a escassa venda de títulos com prejuízos a rondar, pelo menos, 30 milhões de euros.

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