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Paulo Meneses: "Era inevitável marcar AG da Liga para evitar especulações"

22 mai, 2020 - 14:30 • João Fonseca

O presidente do Paços de Ferreira reconhece que a posição de Pedro Proença e da Liga está "fragilizada", portanto defende que, a 9 de junho, os clubes possam delinear que futuro pretendem para o organismo que gere o futebol profissional.

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A posição de Pedro Proença e de toda a Liga da Clubes "está fragilizada", de acordo com o presidente do Paços de Ferreira, Paulo Meneses, que afirma, em entrevista a Bola Branca, que era "inevitável marcar uma assembleia geral extraordinária, para evitar especulações".

O dirigente esteve na reunião de quinta-feira e, percebendo que "o ambiente não é o desejável, nem o melhor", devido às posições que alguns clubes manifestaram, pretende que haja "bom senso e serenidade", para que a decisão que venha a ser tomada não seja "consequência de uma atitude precipitada".

Paulo Meneses fala de uma estratégia "errada" para minimizar o impacto da pandemia e que originou um "grande desgaste". Porém, recorda que antes não viu "ninguém a colocar em causa" os atuais dirigentes da Liga de Clubes.

Olhar em frente, com ou sem o atual presidente da Liga


Consciente de que este seria o pior momento para se pensar numa rotura, o presidente do Paços de Ferreira afirma que é preciso "encerrar este capítulo". Na assembleia geral, devem ser apontados os novos caminhos - com ou sem Pedro Proença, que dificilmente resistirá às ondas de choque provocadas pela crise pandémica no futebol.

Nesta fase, Paulo Meneses adianta que o principal foco de todos será "terminar o campeonato nas condições possíveis", para depois se pensar numa nova era, "sem especulação".

Para já, os emblemas da I Liga esperam pela calendarização das últimas 10 jornadas, que deverá ser conhecida ao início da tarde desta sexta-feira. Posteriormente, na companhia dos clubes da II Liga, avançar para uma assembleia geral extraordinária, que deverá acontecer a 9 de junho.

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