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Famalicão jogará em Barcelos. Santa Clara e Belenenses SAD na Cidade do Futebol

13 mai, 2020 - 09:15

O mapa dos estádios que vão receber as dez jornadas finais da Primeira Liga, a partir de 4 de junho, começa a ser desenhado. A Renascença sabe que o Vitória de Setúbal, caso o Bonfim não seja aprovado pela DGS, também pondera realizar os seus jogos, na condição de visitado, na Cidade do Futebol.

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Começam a definir-se os estádios que vão receber as dez jornadas em falta da primeira liga de futebol. O Santa Clara e a Belenenses SAD escolheram a Cidade do Futebol, em Oeiras, para realizarem os seus encontros na condição de equipa visitada, mas há mais equipas que equacionam jogar nas instalações da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Entre elas, apurou a Renascença, está o Vitória de Setúbal que poderá não ter o seu estádio aprovado pela Direção-Geral da Saúde que, em conjunto com Liga e FPF, irá fazer vistoria a todos os estádios da Primeira Liga.

Já o Famalicão chegou a um acordo com o Gil Vicente e vai realizar os seus encontros em casa no Estádio Cidade de Barcelos.

As equipas que não têm condições para jogar nos seus campos estão a encontrar soluções. As já anunciadas deitam por terra o plano de apenas se jogar nos estádios do Euro 2004. FC Porto, Benfica, Braga, Sporting, Vitória de Guimarães, Gil Vicente, Boavista e Marítimo são clubes que deverão ter condições para receber os jogos nos seus estádios.

Marítimo pretende jogar na Madeira

No caso dos madeirenses, no entanto, as deslocações aéreas poderão levar, tal como vai acontecer com o Santa Clara, a uma mudança temporária de "sede" para o continente. Em declarações à RTP Madeira, já depois de conhecida a data de 4 de junho para reinício da competição, o presidente do Marítimo voltou a defender que há condições para o clube usar o Estádio dos Barreiros.

"Com o trajeto aeroporto, hotel, jogo e retorno, sem existir contacto com outras pessoas, apenas com intervenientes estritamente necessários, acho que não traz nenhuma consequência negativa à região", considera Carlos Pereira.

Sobre a retoma da Primeira Liga, o dirigente defende que "era preferível começarmos em setembro ou outubro".

A Liga anunciou, na terça-feira, que a Primeira Liga regressa a 4 de junho, quinta-feira. A jornada 25 irá estender-se até domingo. Faltam 10 jornadas (a prova deve terminar a 19 de julho) e a final da Taça de Portugal entre FC Porto e Benfica. Ainda não foram divulgados os estádios onde se vão disputar as partidas em falta.

De acordo com o parecer técnico da DGS, que enquadra as condições para o regresso da I Liga e da Taça de Portugal, os jogadores vão efetuar dois testes à Covid-19 num período de 48 horas antes de cada jogo e têm de se manter em recolhimento domiciliário.

O Código de Conduta que os intervenientes no jogo têm de respeitar está a causar algumas dúvidas e desacordo. O Sindicato dos Jogadores, no entanto, já informou que os futebolistas dos clubes da Primeira Liga vão assumir coletivamente as normas do parecer técnico da DGS para o reinício da competição.

Os árbitros, apurou a Renascença, pretendem ver esclarecidas algumas dúvidas, nomeadamente, sobre se estarão sujeitos às exigências dos atletas. Dúvidas que ganham maior relevância pelo facto de muitos árbitros não serem profissionais.

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