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OMS. “Risco de voltarmos ao confinamento é muito real”

06 mai, 2020 - 20:24 • Redação

Tedros Adhanom insiste que o desconfinamento deve ser faseado e ter em atenção o número de casos e a capacidade de resposta de cada país.

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O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que o “risco de voltarmos ao confinamento é muito real” se os países não tiverem cuidado com as fases de reabertura social e económica.

Em conferência de imprensa, esta quarta-feira, Tedros Adhanom reforça que o risco existe “sobretudo se os países não conseguirem gerir com cuidado a transição e senão o fizerem por fases”.

A OMS repetiu as regras básicas para os países avançarem para o desconfinamento: se os contágios estiverem controlados, se o sistema de saúde tiver capacidade de resposta e se tiverem sido tomadas medidas preventivas nos locais públicos e de trabalho.

Tedros Adhanom volta a admitir uma nova onda de casos e reforça: “devemos estar preparados, porque agora temos a oportunidade de fortalecer os sistemas de saúde”.

O líder da OMS acrescenta: “devemos investir agora para podermos salvar vidas depois”.

A pandemia de Covid-19 já infetou 3,5 milhões de pessoas em todo o mundo e já matou quase 250 mil.

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  • Carlos
    10 mai, 2020 Aveiro 16:15
    Tedros Adhanom volta a admitir uma nova onda de casos e reforça: “devemos estar preparados, porque agora temos a oportunidade de fortalecer os sistemas de saúde”. O que me tira do sério é esta afirmação. O confinamento era para o próprio explícito de reforçar o sistema de saúde para nos protegeremos e estarmos mais preparados para uma eventual segunda vaga (que no fundo, era a primeira que foi temporariamente adiada). Mas reforçar esses sistemas com uma economia estagnada por causa do confinamento é no mínimo, pouco prático.