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Balanço DGS. Sobe para 687 mortos (mais 30) e 19.685 infetados em Portugal

18 abr, 2020 - 12:19 • Redação

O número de casos recuperados subiu de 519 para 610.

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O balanço diário da Direcção- Geral de Saúde revela que o número de mortos é agora 687 (mais 30 face a sexta-feira) e o de infetados 19.685 (mais 663 novos casos).

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (393), seguida pelo Centro (157), pela região de Lisboa e Vale Tejo (124), do Algarve (9) dos Açores (4), adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de sexta-feira.

O número de casos recuperados subiu de 519 para 610.

O boletim epidemiológico deste sábado revela que as autoridades têm sob vigilância 25.456 pessoas e que 5.166 aguardam os resultados dos testes.

Há 1.302 doentes internados, dos quais 222 encontram-se em Unidades de Cuidados Intensivos, mais seis do que na sexta-feira.

O grupo etário com mais casos confirmados é dos 50-59 anos (1.349 homens e 2.073 mulheres), num total de 3.422 seguindo a dos 40 aos 49 anos (1.332 homens e 2.056 mulheres), com um total de 3.338. Existem ainda 836 crianças e adolescentes infetados, entre os 0 e os 19 anos de idade.

Em relação aos sintomas, os mais referidos são tosse (53%), febre (38%), dores musculares (27%), cefaleias (25%), fraqueza generalizada (21%) e dificuldades respiratórias (16%).

O Governo decretou o estado de emergência pela primeira vez em 19 de março, o qual foi prorrogado. O diploma agora em vigor prevê a possibilidade de uma "abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais".

A nível global, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 150 mil mortos e infetou mais de 2,2 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 483 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

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