|

 Casos Ativos

 Suspeitos Atuais

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

​João Godinho: “Jogadores do Mafra estão apreensivos”

08 abr, 2020 - 12:45 • José Barata

Clube não fez qualquer alteração ao vencimento dos jogadores, mas o capitão estão atentos ao que pode acontecer.

A+ / A-

Veja também:


O capitão do Mafra confessa, em entrevista à Renascença, que o plantel "está um pouco apreensivo" em relação à possibilidade do clube poder cortar salários para fazer face às consequências económicas provocadas pela pandemia de Covid-19, ou recorrer ao regime de "lay-off", à imagem do que estão a fazer outros clubes.

João Godinho realça que "o orçamento do Mafra é um dos mais baixos [das ligas profissionais]". "Os nossos ordenados são muito mais baixos do que a normalidade do futebol, tanto na I Liga como na II Liga. Esta situação está a criar problemas a toda a gente e o clube também pode estar a ter cortes nos valores das transmissões televisivas, porque não há jogos. Estamos na expectativa do que vai dar, mas para já não temos nenhuma informação e tudo se mantém normal”, revela.

Há oito épocas no Mafra, o guarda-redes reconhece que "o treino tem sido a parte mais difícil de gerir nesta situação". "A maior parte dos jogadores vivem em apartamentos e, não podendo sair de casa, vão tentado ao cumprir ao máximo os planos de treino", informa.

A II Liga foi interrompida à 25.ª jornada, com o Mafra no 5.º lugar. "Estávamos num bom momento", realça, para logo de seguida sublinhar que o futebol tinha de parar: "a nossa saúde é mais importante". João Godinho, de 35 anos, cumpre a oitava época no Mafra, depois de passagens por Benfica B, Vilafranquense, Torreense, Oriental, O Elvas, Odivelas e Carregado.

O futebol está suspenso em Portugal e a Liga pretende retomar as competições no final de maio.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.