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Coronavírus. Madeira reforça medidas contra pandemia, limita entradas a 100 pessoas/semana

29 mar, 2020 - 18:36 • Manuela Pires

A partir de terça-feira, todas as atividades não-essenciais serão suspensas. Infetados e casos suspeitos ficam isolados em hotéis, adiantou Miguel Albuquerque.

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O Governo regional da Madeira anunciou este domingo medidas mais restritivas para conter a pandemia da Covid-19 no arquipélago.

A partir de terça-feira, só as atividades essenciais continuarão em atividade, anunciou Miguel Albuquerque, referindo que também a venda de jornais vai ter de acabar por ora.

"Todas as atividades não essenciais neste momento cessam funções a partir das 00h horas do dia 31 [de março]. Isso implica quer as atividades de construção civil quer obviamente, também, o comércio de jornais e revistas."

O que isto significa, adiantou o chefe do Governo regional, é que "as atividades económicas que estarão em atividade a partir do dia 31 de março serão apenas aquelas essenciais à manutenção das cadeias de abastecimento energético, alimentar e todas aquelas as atividades fundamentais para a vida coletiva".

O presidente do Governo regional da Madeira anunciou ainda que todos os casos suspeitos de infeção por coronavírus, a par dos infetados confirmados, vão ficar isolados -- mas em hotéis, não em casa, onde há mais riscos de contaminação, indicou.

"Os casos que são detetados na região, ao invés de ficarem nas suas habitações, vão ficar confinados, sempre sob orientação do Sistema Regional de Saúde, a uma unidade hoteleira, onde os infetados ou potenciais infetados ficam em maior segurança com todas as condições e garantem uma maior precaução relativamente à contaminação de familiares e vizinhos", explicou Miguel Albuquerque.

Entre as outras medidas anuncaidas, conta-se ainda "a redução do número de passageiros desembarcados nos aeroportos da região autónoma da Madeira num número máximo de 100 passageiros por semana, independentemente do número de companhias a operar".

Como já tinha sido anunciado anteriormente, todos esses passageiros "cumprirão a quarentena obrigatória de 14 dias em unidade hoteleira", adiantou o presidente do Governo regional.

Miguel Albuquerque pediu também um reforço das medidas de segurança para evirar ajuntamentos e o fim da mobilidade de profissionais de saúde entre as diferentes unidades da região.

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