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Ventiladores, máscaras e médicos. A China em Itália para combater o coronavírus

13 mar, 2020 - 10:29 • Marta Grosso

Pequim ofereceu ajuda a Roma e a Madrid para ajudar a combater o Covid-19. Itália é o segundo país mais afetado no mundo pela pandemia, contando já com mais de mil mortos.

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Um avião vindo de Xangai aterrou, na quinta-feira à noite, no aeroporto de Fiumicino, em Roma, com toneladas de material clínico e vários médicos para ajudar Itália a combater o novo coronavírus.

Foram descarregados ventiladores, material respiratório, eletrocardiógrafos, dezenas de milhares de máscaras e outros dispositivos médicos.

O material foi enviado pela Cruz Vermelha Chinesa à sua congénere italiana.

Juntamente com o material clínico chegou uma equipa de nove médicos chineses, especialistas em Covid-19, que vai trabalhar em conjunto com médicos italianos para enfrentar a atual crise de coronavírus no país.

Itália conta nesta altura com 15.113 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus. Cerca de mil pessoas já morreram e 1.258 conseguiram recuperar. Todo o país está de quarentena.

O total de infetados no mundo ultrapassou as 131 mil pessoas, com casos registados em mais de 120 países e territórios.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou na quinta-feira o número de infetados, que registou o maior aumento num dia (19), ao passar de 59 para 78, dos quais 69 estão internados. O Governo decretou o estado de alerta.

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