|

 Confirmados

 Suspeitos

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

Ataque a Alcochete. Líder da Juve Leo ouvido esta quarta-feira

26 fev, 2020 - 09:00 • Redação

Mustafá, cujo verdadeiro nome é Nuno Vieira Mendes, negou sempre a participação nos acontecimentos da Academia e desmentiu sempre que houvesse qualquer ordem de Bruno de Carvalho.

A+ / A-

O líder da claque Juve Leo, Nuno Mendes, conhecido por Mustafá, é ouvido esta quarta-feira no tribunal de Monsanto, na condição de arguido no caso da invasão à academia do Sporting.

Mustafá, cujo verdadeiro nome é Nuno Vieira Mendes, chefia a claque desde 2016, embora já antes fosse já um dos mais destacados elementos da claque, depois de ter fundado o chamado núcleo do Pica Pau, no Monte da Caparica. Eestá detido preventivamente desde 17 de maio de 2019.

O arguido Mustafá negou sempre a participação nos acontecimentos da Academia e desmentiu sempre que houvesse qualquer ordem de Bruno de Carvalho.

À margem da claque sportinguista, Mustafá tem um passado ligado a crimes violentos. Foi detido em 2015, juntamente com Paulo Pereira Cristovão, antigo-vice presidente do Sporting, e outros arguidos que acabaram por ser julgados e condenados por associação criminosa, roubo, sequestro, posse de arma proibida, isto num caso relacionado com assaltos violentos a residências na zona de Lisboa e na margem esquerda do Tejo. A condenação acabou por ser anulada pelo Supremo e o caso vai regressar novamente a julgamento em Cascais.

O processo da invasão à academia tem 44 arguidos, acusados da coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.