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Quaresma

Renúncia quaresmal em Coimbra é para ajudar na pastoral prisional

26 fev, 2020 - 18:42 • Filipe d'Avillez

D. Virgílio Antunes diz que a Quaresma é tempo de fazer obras de caridade para “libertação do nosso egoísmo e manifestação da grandeza do amor de Deus e do nosso amor ao próximo”.

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A diocese de Coimbra convida os seus fiéis a serem generosos nesta Quaresma, informando que a renúncia quaresmal terá como destino uma organização que presta apoio a reclusos e suas famílias.

Na sua mensagem para a Quaresma de 2020, D. Virgílio Antunes explica que a renúncia será oferecida ao Grupo Mateus 25, “o voluntariado organizado para o trabalho com os reclusos na nossa Diocese.”

“A nossa partilha destina-se a apoiar as atividades do grupo, particularmente a ajuda na reinserção familiar, laboral e social dos reclusos que acabaram de cumprira pena. Também eles são homens e mulheres, irmãos nossos a quem Deus convida a reconciliarem-se com Ele e a aproximarem-se do Senhor com a ajuda da Igreja.”

D. Virgílio abre a sua mensagem com a lembrança de que “todos precisamos de nos reconciliar de uma forma nova e mais ardente com o Deus que nos ama e espera uma atitude de conversão da nossa pessoa e da nossa vida” e sublinha, mais à frente, que “a Quaresma é um tempo privilegiado para “vermos” e “ouvirmos” o Senhor, isto é, para entrarmos numa relação de profunda amizade com Ele, por meio de uma experiência forte de encontro, que mude a nossa vida. Trata-se de uma relação que se constrói com a abertura à sua graça e com o auxílio das práticas legadas pela solicitude da nossa Mãe Igreja.”

“Convido-vos a fazer da Quaresma um tempo de verdadeiro encontro com o Senhor no íntimo do coração e a dar mais tempo e qualidade às propostas oferecidas. A Eucaristia, bem celebrada e vivida com fé na assembleia dominical; a leitura orante da Palavra de Deus (lectio divina), preparada pela Diocese; as ‘24 horas para o Senhor’ propostas pelo Papa e centradas na adoração ao Santíssimo Sacramento; a celebração do sacramento da penitência em ordem a uma revisão de vida e ao perdão dos pecados; as obras de caridade em favor dos irmãos mais pobres como forma de libertação do nosso egoísmo e manifestação da grandeza do amor de Deus e do nosso amor ao próximo”, conclui o bispo de Coimbra.

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