O auto-retrato de Júlio Isidro: "Sou o precário mais antigo do país em atividade"

22 fev, 2020 - 10:30 • Tiago Palma , Ricardo Fortunato

De vida, “vida vivida”, leva já 75 anos. A comunicar, seja como jornalista, na rádio feita de censura e da “arte da metáfora” que a contorna, seja como apresentador, na cabine ou na TV, são muitos também: 60. Tantos que diz não se recordar do que é ser anónimo. Na Renascença, numa longa entrevista de vida onde quase tudo se perguntou e a tudo respondeu, Júlio Isidro resolve no passado. Mas é de olhos postos mais adiante, no futuro, que garante: “Vou continuar”.

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