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Morte de Pina Moura. Mário Centeno destaca contributo para a construção da democracia

21 fev, 2020 - 00:06 • Lusa

Mário Centeno afirma que empenho do antigo ministro ao "serviço de Portugal será sempre recordado".

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O ministro das Finanças, Mário Centeno, destaca o contributo de Pina Moura para a "construção da democracia e o desenvolvimento do país", assinalando que "o seu empenho ao serviço de Portugal será sempre recordado".

Manifestado o seu pesar pela morte do ex-ministro da Economia e das Finanças dos governos socialistas de António Guterres, o atual titular da pasta das Finanças realçou, em declarações enviadas à agência Lusa, "o contributo" que Joaquim Pina Moura "deu à construção da democracia na sua intervenção partidária e ao desenvolvimento do país", designadamente no exercício das suas funções como ministro.

"O seu empenho ao serviço Portugal será sempre recordado e merece o público reconhecimento", afirmou.

O ex-ministro da Economia e das Finanças Joaquim Pina Moura morreu esta quinta-feira em casa, em Lisboa, aos 67 anos, devido a doença neurodegenerativa, disse à Lusa o filho, o fotojornalista João Pina.

Natural de Loriga, Seia (distrito da Guarda), Pina Moura foi membro do Partido Comunista Português entre 1972 e 1991, tendo aderido ao Partido Socialista em setembro de 1995.

Pina Moura exerceu o cargo de secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro António Guterres até 1997, ano em foi nomeado ministro da Economia do XIII Governo Constitucional.

Em 1999, foi nomeado ministro das Finanças e da Economia do XIV Governo Constitucional, também liderado por António Guterres.

Pina Moura foi ainda administrador da Galp e presidente da Iberdrola Portugal.

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