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​Leigos para o Desenvolvimento “procuram pessoas para mudar o mundo”

28 jan, 2020 - 12:43 • Ana Lisboa

Organização católica precisa de voluntários para participarem durante um ano nas missões que esta organização não-governamental tem em África e Portugal.

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Os Leigos para o Desenvolvimento vão realizar esta terça-feira, pelas 21h00, duas sessões com o propósito de recrutarem voluntários. Estes encontros vão decorrer em Lisboa, no Centro Universitário Padre António Vieira (CUPAV), e no Porto, no Centro de Reflexão e Encontro Universitário – Inácio de Loyola (CREUL-IL).

A iniciativa serve para “apresentar o modelo de formação intensivo, que são cerca de cinco meses aproximadamente, porque todos os voluntários, antes de partirem em missão, têm um tempo de formação, de descoberta da organização, da proposta de voluntariado que nós temos, perceberem se também faz sentido ou não e se identificam com esta proposta”, explica a responsável pela comunicação dos Leigos.

Rita Fonseca salienta que os candidatos “podem também ouvir o testemunho de voluntários que já partiram em missão connosco e como é que foi a experiência deles”.

A organização está a precisar de 13 pessoas, com idades entre os 21 e os 45 anos, “que tenham disponibilidade para partirem um ano em missão”.

Esta responsável admite que aceitam pessoas que “mesmo que não tenham neste momento uma caminhada em Igreja, mas que tenham alguma identificação, porque nós somos uma organização católica. A própria formação também é um tempo, se calhar, para muitos de redescoberta da Fé e da Igreja. Temos tido muitos casos assim. E que também tenham esta vontade de mudar o mundo”.

Quem tiver disponibilidade para participar nesta experiência missionária dos Leigos para o Desenvolvimento, partirá em missão em setembro e Outubro deste ano.

Há três destinos à escolha: Angola, S. Tomé e Príncipe e, por cá, Caparica/Pragal, no concelho de Almada. São os locais onde atualmente existem projetos.

Já chegaram a estar vários anos em Moçambique. Agora estão “a fazer o diagnóstico para abrirem uma nova missão” neste país.

Esta é uma experiência que “muda a vida das pessoas com quem nós trabalhamos, estas comunidades locais, mas também a vida dos voluntários”, reconhece Rita Fonseca, para quem esta “é uma experiência de facto transformadora, que alarga horizontes e que me põe em relação com o outro, nesta relação de igualdade e transformação da vida de ambos”.

Esta organização católica trabalha há mais de 30 anos em prol do desenvolvimento nos países de expressão portuguesa.

Os Leigos para o Desenvolvimento têm projetos nas áreas da formação e educação, emprego, organização comunitária, capacitação de agentes locais, área pastoral, entre outras.

Beneficiam dos seus programas mais de 50 mil pessoas por ano e 150 organizações locais.

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