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​Marcelo apela à prevenção contra a xenofobia e racismo

25 jan, 2020 - 21:21 • Ana Catarina André

No discurso ao corpo diplomático acreditado em Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa elogiou o percurso do país e apontou a presidência europeia de 2021 e a Jornada Mundial da Juventude de 2022 como “prevenção pedagógica contra o ódio e a intolerância”.

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O Presidente da República elogiou o percurso do país, na cerimónia da apresentação de cumprimentos de Ano Novo ao corpo diplomático acreditado em Portugal, que decorreu este sábado, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. Marcelo Rebelo de Sousa apela à "prevenção pedagógica contra o ódio, a intolerância, a xenofobia, o racismo”.

“Vivemos em democracia há mais de 40 anos, com um sistema político estabilizado, com finanças que vão conhecer um excedente nominal, divida pública a descer, emprego a crescer, procurando combater os flagelos da pobreza ou das desigualdades ou da falta de coesão territorial”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado, que começou por citar a mensagem de Ano Novo do Papa Francisco sobre a paz, frisou a posição de Portugal no mundo como “plataforma entre culturas”, um país “leal aos aliados”, “amigo de todos quantos se empenham na construção de um mundo mais pacífico, mais justo, mais respeitador dos direitos humanos”.

O Presidente sublinhou que “nunca esquecemos ou deixamos de apoiar os nossos compatriotas que vão vivendo e, por vezes com apertos de coração as vicissitudes do dia-a-dia, por exemplo na Venezuela”.

Referiu também que “nunca podendo esquecer a prevenção pedagógica contra o ódio, a intolerância, a xenofobia, o racismo”, recebemos “a relevante conferência dos Oceanos das Nações Unidas em parceria com o Quénia, fazendo de Lisboa capital verde da Europa, preparando a presidência europeia de 2021 e a Jornada Mundial da Juventude de 2022”.

Marcelo Rebelo de Sousa frisou ainda que “acompanhamos António Guterres e os seus apelos ambientais” e “ansiamos por mais entendimento sobre migrações e refugiados”.

A cerimónia contou ainda com o discurso do Núncio Apostólico, Monsenhor Ivo Scapolo, que sublinhou o “clima democrático de Portugal” e referiu que “o diálogo, a colaboração e a coordenação constituem o caminho verdadeiro da família humana para olhar o futuro com esperança”.

No final, Marcelo Rebelo de Sousa distinguiu a pianista Maria João Pires com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. É a quarta condecoração que a artista recebe.

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