|

 Casos Ativos

 Suspeitos Atuais

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

Arquivado caso de suspeita de abuso sexual de menor em Cacilhas

23 jan, 2020 - 14:57 • Ana Catarina André

O inquérito concluiu que não houve “indícios suficientes da verificação de crime, nem de quem foi o seu autor”. Mãe tinha acusado o pároco de ter abusado da sua filha.

A+ / A-

O Ministério Público arquivou o inquérito relativo à suspeita de abuso sexual de um menor por parte de um padre, que alegadamente teria ocorrido no Centro Paroquial de Bem-Estar Social de Cacilhas, em janeiro de 2019.

De acordo com o despacho da Procuradoria da República, citado pela Diocese de Setúbal, "não se mostram reunidos indícios suficientes da verificação de crime, nem de quem foi o seu autor". O documento refere, ainda, que não houve “indícios suficientes (…) que justifiquem a constituição do denunciado como arguido”.

No início do ano passado, a mãe apresentou queixa contra o sacerdote que é responsável pela paróquia e que gere também a instituição onde se encontra a creche. Na época, o sacerdote disse estar inocente, garantindo não ter estado no centro social no dia em que o crime teria acontecido. Em maio a Judiciária concluiu que a suspeita seria infundada.

Em comunicado, a Diocese de Setúbal lamenta ainda “que, de forma irresponsável, tenham sido veiculadas na praça pública, suspeitas graves que atentaram contra a verdade e a idoneidade de pessoas e instituições que tutelam e cuidam do bem-estar das crianças” e reitera o “compromisso em garantir a proteção das crianças”, sublinhando a “confiança na direção do centro social e no seu presidente e pároco”.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.