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Tribunal Arbitral do Desporto mantém jogo à porta fechada na Luz. Benfica volta a recorrer

21 jan, 2020 - 13:17 • Lusa

Em causa está o comportamento dos adeptos do Benfica na visita ao Estoril, na época 2017/18. Clube volta a recorrer, agora para o Tribunal Central e Administrativo do Sul.

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O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) considerou improcedente o recurso do Benfica ao castigo de disputar um jogo de futebol à porta fechada, uma decisão que vai ser alvo de recurso do clube.

Fonte oficial do Benfica confirmou à Lusa que vai recorrer para o Tribunal Central e Administrativo do Sul da decisão de segunda instância tomada na segunda-feira, suspendendo a pena de um jogo à porta fechada e de uma multa de 11.475 euros impostos ao Benfica.

Este castigo foi imposto pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), pelo comportamento dos adeptos encarnados na visita ao Estoril Praia, em 21 de abril de 2018, "traduzido no arremesso de algumas tochas para o terreno de jogo" aquando dos golos das águias, que venceram por 2-1.

Na ocasião, o Benfica recorreu, primeiro, para o pleno do CD da FPF, que viria a manter o castigo, e, depois, para o TAD, alegando que não era "promotor do espetáculo desportivo", por estar a jogar como visitante.

Na decisão de segunda-feira, à qual a Lusa teve acesso, o TAD "declara totalmente improcedente o recurso interposto pela demandante [Benfica] e confirma integralmente a decisão disciplinar recorrida".

Fonte conhecedora do processo explicou à Lusa que esta instância de apelo refutou a exclusão de responsabilidade para os clubes visitantes, defendendo, mesmo nestes casos, vigilância apertada sobre os seus adeptos.

No âmbito deste processo, após o primeiro recurso negado, o Benfica chegou a suspender a venda de bilhetes para o clássico com o FC Porto, da sétima jornada da edição 2018/19 da I Liga, marcado para 7 de outubro de 2018 e que viria a disputar-se no Estádio da Luz.

Este é o único processo imposto com jogo à porta fechada aos encarnados, que, no entanto, recorreram para o TAD de outros casos mas de interdição do seu estádio, devido ao apoio a claques não legalizadas.

Comentários
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  • Juíz Vermelho
    21 jan, 2020 Catedral da Luz 14:42
    Como se o SLB ou outro qualquer clube, aliás, pudesse responsabilizar-se pelo que vai na cabeçorra dos adeptos e não só. Se calhar querem que os clubes sejam os encarregados de educação das pessoas.
  • Americo Anastacio
    21 jan, 2020 Leiria 14:25
    Vergonha para a justiça. Vai fazer 2 anos...................