|
A+ / A-

Paulo Gomes

Novo presidente do Vitória de Setúbal admite possibilidade de reatar relações com o Sporting

20 jan, 2020 - 21:21 • Redação

Paulo Gomes fará da centralização dos direitos televisivos uma das suas maiores batalhas.

A+ / A-

O novo presidente do Vitória de Setúbal, Paulo Gomes, admite que o clube sadino poderá voltar atrás com a decisão do seu antecessor de cortar relações com o Sporting, na sequência da decisão de jogar a partida entre os dois clubes, apesar do surto viral que afetou o plantel vitoriano.

"Não achamos benéfico para o futebol o que se passou. Uma equipa estava em baixo e não tinha condições para jogar. O Sporting não teve a melhor atitude, apesar de, em termos da lei, esteja na sua razão. De qualquer forma, passaram-se atos que não concordamos. O Vítor Hugo Valente tomou uma decisão sozinho, não consultou a administração. Temos de ponderar para perceber que decisão vamos tomar e se deveremos ou não reatar com o Sporting", disse.

Para o seu primeiro mandato à frente do clube, Paulo Gomes promete fazer da centralização dos direitos televisivos uma das suas guerras.

"Existe um desequilíbrio muito grande, porque há clubes com mais percentagem do que outros. Uma das nossas guerrar vai ser tentar equilibrar. O futebol só faz sentido se todos os intervenientes tiveram capacidade de estar em campo na sua máxima valia", disse.

Makaridze só sai pela cláusula

O guarda-redes Giorgi Makaridze foi associado ao Benfica, mas Paulo Gomes revela que o guardião só sairá pela cláusula, que revela que está fixada no milhão de euros.

"Estamos a estudar o caso do Makaridze. Tem uma cláusula de rescisão. Se for batida, teremos de vender, mas se não for, teremos de rever a situação e o treinador terá algo a dizer", termina.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.