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Imagem peregrina da Sagrada Família percorre Diocese de Vila Real

16 jan, 2020 - 11:14 • Olímpia Mairos

D. António Augusto Azevedo, bispo da diocese transmontana, colocou os jovens e as famílias como as grandes prioridades pastorais.

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Uma imagem peregrina da Sagrada Família está a percorrer os arciprestados da Diocese de Vila Real.

A iniciativa, promovida pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, visa “motivar” e “congregar” todas as famílias à volta do ícone da família de Nazaré.

“A família precisa, como nunca, de ser evangelizada e de encontrar os fundamentos da sua vocação segundo o plano de Deus”, refere o Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar e “com esta peregrinação pretende-se que a Sagrada Família inspire o modo de viver das famílias, cultivando a simplicidade de vida, a fé viva e operante e o compromisso missionário na Igreja e no mundo”.

O plano da pastoral familiar que a Diocese de Vila Real quer desenvolver ao longo do ano contempla a criação de equipas da pastoral familiar nas paróquias e nos arciprestados e tem o seu ponto alto a 26 de abril, com a celebração do Dia Diocesano da Família.

“Mais do que organizar um evento, importa gerar processos que nos conduzam por novos caminhos, na fidelidade ao Evangelho e à Missão que Cristo nos confia”, refere o diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, padre Manuel Queirós, realçando que “a pastoral familiar tem hoje uma importância central na vida e ação das comunidades cristãs, pois foram muitas e grandes as mudanças que se deram na sociedade e na Igreja”.

E, segundo o sacerdote, “a Igreja pode ser vista como uma família de famílias”.

“Com esta designação poderemos entender melhor que a Igreja é mãe, que nos gerou para a fé e nos acompanha no percurso da nossa vida”, explica o diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, acrescentando que “ser Igreja exige de nós uma atitude de abertura e acolhimento ao outro que, naturalmente, é diferente de nós em feitio e ideias”.

“Por outro lado, a vida, com os seus acontecimentos, é muito mais bela e rica, quando podemos compartilhar as alegrias e as tristezas, os sonhos e as esperanças”, observa o sacerdote.

“Sendo uma família de famílias, na Igreja convivem várias gerações de fiéis – avós, filhos, netos – e isso é uma riqueza extraordinária. Nesse sentido, é necessário ter presente que todos merecem a nossa atenção particular, pois todos têm necessidades e dons específicos. Amar e cuidar são palavras-chave quer na família, quer na Igreja”, conclui o sacerdote.

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