|

 Casos Ativos

 Suspeitos Atuais

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

Sobe para três o número de mortos em explosão de petroquímica na Catalunha

16 jan, 2020 - 02:10 • Redação com Lusa

Uma das vítimas mortais estava a cerca de três quilómetros de distância do epicentro do rebentamento. O homem estava na sua casa quando foi atingido por uma grande peça de metal, com uma tonelada.

A+ / A-

Um hospital de Barcelona anunciou esta quarta-feira a morte de um dos feridos em estado crítico na sequência da explosão na terça-feira num complexo petroquímico de Tarragona, elevando para três as vítimas mortais deste acidente.

Fontes do hospital Vall d'Hebron de Barcelona referiram à agência noticiosa EFE a morte desta pessoa, que estava internada na unidade de queimados com queimaduras em 80% do corpo.

Nesta unidade de Vall d'Hebron permanece internada uma segunda pessoa em estado muito grave, segundo as mesmas fontes.

A explosão de um reator na empresa 'Industrias Químicas del Óxido de Etileno' (IQOXE), situada no município de Tarragona, também provocou queimaduras graves a uma terceira pessoa, que se encontra no Hospital Joan XXIII, de Tarragona.

Outras cinco pessoas sofreram ferimentos ligeiros e três tiveram alta hospitalar na terça-feira.

Uma forte explosão na terça-feira às 18h45 locais (17h45 em Lisboa) originou um incêndio de grandes dimensões na zona industrial da petroquímica de Tarragona, para onde foram deslocados os bombeiros e equipas de emergência, que acionaram o alerta de emergência química.

Uma das vítimas mortais estava a cerca de três quilómetros de distância do epicentro do rebentamento. O homem estava na sua casa quando foi atingido por uma grande peça de metal, com uma tonelada.

A explosão foi percetível em todas as povoações dos arredores do complexo petroquímico e fez estremecer as janelas de alguns edifícios.

A IQOXE anunciou a abertura de "uma investigação interna" sobre o acidente.

Em comunicado, a empresa, que é propriedade do grupo industrial Cristian Lay, sediado na Extremadura espanhola, esclareceu que a fábrica afetada "entrou em funcionamento em junho de 2017 e tem funcionado normalmente" desde então.

A investigação interna deve "detetar as causas do acidente e as suas consequências", acrescenta a empresa.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.