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I Liga

Barroso entrega favoritismo ao FC Porto, mas deixa o alerta: "Braga tem de pontuar"

15 jan, 2020 - 12:45 • Luís Aresta

No plano tático, Barroso não espera grandes surpresas de Ruben Amorim, que deve manter o esquema de três defesas.

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Barroso, antigo médio do FC Porto e do SC Braga, espera um clássico sem surpresas no plano tático, sexta-feira, no estádio do Dragão e com favoritismo para a equipa da casa. No entanto, o ex-jogador alerta para os perigos que o Braga pode criar.

"São 60% para 40%. O Porto é favorito. Joga em casa e, em teoria, se não ganhar fica a uma distância que dá alguma vantagem ao Benfica. Mas o Braga também tem que pontuar ou mesmo ganhar, porque não pode deixar fugir as equipas que estão à sua frente. O Braga quer, no mínimo, chegar ao 4º lugar. Vai ser um grande jogo e eu estarei lá para ver” assegura, em declarações a Bola Branca.

Ruben Amorim, treinador do Braga, fez assentar num esquema pouco habitual (3x4x3) as duas vitórias alcançadas nos dois jogos após a saída de Sá Pinto e, na opinião de Barroso, não há motivos para mudar, só porque vai defrontar um dos candidatos ao título.

“Se tem identidade é para manter e o Braga irá colocar em campo o modelo que Ruben Amorim utilizou nestes dois jogos; fugir disso seria uma grande surpresa” considera Barroso, que assinala semelhanças táticas entre o modelo de jogo atual e o adotado na época passada.

“O Abel Ferreira já fazia um pouco isto, com dois centrais e o Marcelo Goiano sobre a direita, para libertar o Esgaio e também o Sequeira no flanco esquerdo. Com Sá Pinto, a forma de jogar da mudou, mas o esquema do Abel tinha algumas semelhanças com o atual” sublinha o treinador e antigo jogador

Com Ruben Amorim no banco, o Braga goleou o Belenenses SAD no Jamor (1-7), mas viu-se em dificuldades para bater o Tondela em casa (2-1), num jogo que Paulinho só resolveu a favor dos minhotos nos descontos. Dificuldades acrescidas, que Barroso não estranhar porque “as equipas se vão adaptando ao modelo do Braga e tudo se torna mais difícil com o passar dos jogos”.

Barroso observou com atenção o desempenho do FC Porto, na última noite diante do Varzim, em que os portistas garantiram pela margem mínima (2-1) a passagem às meias-finais da Taça de Portugal. Barroso, que representou o Porto duas épocas (1996 a 1998) não estranha a exibição pouco conseguida dos dragões e explica porquê.

“Os jogos da Taça são sempre especiais e nunca se sabe o que poderá acontecer. O Porto fez muitas mudanças, como era lógico, porque tem este jogo importantíssimo na sexta-feira. A equipa que vai apresentar frente ao Braga será muito diferente e não é pelo jogo com o Varzim ter corrido menos bem que as coisas mudaram”, termina.

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