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​Investigadores precários. Ministro reconhece que apenas 15 foram contratados

14 jan, 2020 - 13:14 • Manuela Pires

Manuel Heitor foi ao Parlamento discutir na especialidade a proposta do Orçamento do Estado para 2020.

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O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, reconheceu, esta terça-feira, no parlamento, que é muito reduzida a percentagem de investigadores que foram contratados pelas universidades, no âmbito do Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP).

Manuel Heitor garantiu aos deputados que vai continuar a pressionar os reitores para regularizar esta situação.

O ministro diz que “estão contratados 33% dos docentes que foram integrados, mas nos investigadores, a percentagem de contratos é menor, dos 178 apenas foram feitos 15 contratos”.

Os deputados da oposição contestaram muitas das ideias apresentadas pelo Governo, mas o ministro, que está no Parlamento para debater na especialidade a proposta de Orçamento do Estado para 2020, respondeu pelo menos dez vezes que “este é claramente o melhor orçamento dos últimos anos”, porque traz um reforço de verbas e representa uma continuidade das políticas iniciadas na anterior legislatura.

Heitor deu como exemplo o reforço da verba para as universidades, “aumento da dotação inicial de cerca de 55 milhões de euros face a 2019”, referiu.

Nesta audição foram ainda apresentados os dados mais recente sobre o plano nacional de alojamento para o ensino superior. Segundo dados revelados por João Sobrinho Teixeira, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o ano letivo começou com mais 500 camas e até ao final de 2019 já estavam disponíveis mais mil camas espalhadas por residências universitárias em Lisboa, nos Açores, em Évora, Porto e Viseu.

João Sobrinho Teixeira deu conta ainda aos deputados do que está previsto para os próximos tempos, “terminar o ano de 2020 com o arranque das obras para permitir mais 7900 camas e em 2021 mais 5197”.

Manuel Heitor traçou ainda os grandes objetivos da proposta do Governo, o reforço do programa ciência e conhecimento, com um aumento de fundos em 7,5 % para a Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O ministro garantiu ainda aos deputados que quer aumentar o número de alunos no ensino superior e em 2030 alcançar a meta de ter 6 em cada 10 jovens nas universidades e politécnicos.

Comentários
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  • PeterVlg
    14 jan, 2020 Trofa 17:36
    Só acredita neste governo quem quer Governo de Costa = Governo de Socrates