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Peugeot 208 1.2 Gt Line 130cv – Leão com bom ADN

09 jan, 2020 - 16:34 • José Carlos Silva

O 208 segue no caminho do presente e do futuro da Peugeot, mas não esquece a sua essência e em particular o modelo 205 de tão boa memória.

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Não se consegue com facilidade traduzir em palavras o que une dois modelos automóveis que décadas separaram. Mais difícil será ainda criar uma ligação material entre os dois. Imagine então que o 205 podia ser a Grace Kelly. Já o 208, a Carolina do Mónaco. Se não gosta da comparação faça outra ao seu agrado.

Exterior

O Peugeot 208 incorpora em vários pormenores o Leão que é a imagem da marca. À frente, nas ópticas estão marcados 3 traços luminosos como que de garras se tratassem. O ar felino estende-se ás luzes diurnas. A grelhe é de dimensões generosas, e fica imediatamente acima de uma abertura “sorridente” na zona inferior do para-choques.

A lateral não tem grande história, mas pode-se dizer que não se perde o ar desportivo, apesar das duas portas de cada lado.

Na traseira destaque para uma faixa negra em plástico que liga os dois conjuntos de indicadores luminosos.

Interior

Um dos mais interessantes pormenores deste modelo. O volante do 208 parece ter saído de um simulador de condução automóvel. Pequeno, bem desportivo, e colocado numa posição baixa. Praticamente é possível conduzir com as mãos apoiadas no colo. Não que seja recomendável, mas é possível. A posição do volante é explicada pelo facto de ser possível ter visibilidade total do quadrante que normalmente se “espreita” através do próprio volante.

E já que falamos do quadrante, este é tridimensional, e de muito fácil leitura.

Esteticamente é um carro com interiores simples, mas bem conseguidos, com uma inteligente mistura de materiais, desde a imitação de fibra de carbono na zona inferior do tablier e também nas portas, aos materiais plásticos de razoável qualidade e a outro mais duros, situados em zonas onde menos se costuma tocar.

Os bancos têm bom suporte, embora poucos pontos de regulação. Como é regra em viaturas deste segmento, os lugares traseiros acolhem bem dois adultos e uma pessoa de menor tamanho no banco do meio.

A bagageira tem 265 litros.

Motor

Este é um bloco de 1.2 litros a gasolina. As médias registadas no nosso teste drive, estão longe do assumido pela Peugeot. 7 litros aos cem em modo normal, um pouco menos em modo eco, e bastante mais, 10,4 l/100 em modo Sport.

E em modo Sport, o 208 é um regalo. Não só pelo barulho, como pelas prestações, que são bastante adequadas a um motor 1.2 com garra de leão.

Tem uma velocidade máxima superior a 200 km/h e vai do zero aos cem em 8,7 segundos.

Já as recuperações podiam ser mais imediatas, o que pode ser compensado com facilidade optando por fazer as passagens de caixa através das patilhas do volante em vez da caixa automática.

O modelo a concurso tem um preço inicial de 25.700 Euros.

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