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Loures

Médico recusa baixa e é agredido. Sindicato pede intervenção da ministra

02 jan, 2020 - 08:25 • Redação

O médico foi agredido a soco e a pontapé por um doente. A PSP está a investigar.

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Há mais um caso de agressão no Serviço Nacional de Saúde. Um médico de clínica geral foi agredido por um doente, durante uma consulta no Centro de Saúde de Moscavide, no concelho de Loures, às portas de Lisboa.

Segundo conta o “Jornal e Notícias”, o médico recusou baixa e foi agredido a soco e a pontapé durante dez minutos.

Tudo terá acontecido pelas 15h00 de terça-feira, quando o clínico atendia um utente de 20 anos. “Pretendia que lhe desse uma vacina para a gripe (porque um primo tinha feito a vacina), e lhe passasse uma renovação da baixa, retroativa a 26/12/2019”, contou no Facebook.

Ao consultar o processo clínico viu que o jovem havia estado dias antes noutra unidade de saúde, sem que tivesse “aviado os medicamentos prescritos”. Aliás, o doente “não tinha aviado nenhuma receita das que lhe foram passadas em todo o ano de 2018 e 2019”.

De acordo com esta descrição, como não acedeu ao pedido começou por agredi-lo com o teclado do computador e com o telefone. Depois, com a ajuda da namorada, que o tentava imobilizar, agrediu-o com vários socos e pontapés.

A PSP está a investigar o caso.

Sindicato pede respostas

O caso foi confirmado à Renascença pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM). Jorge Roque da Cunha já solicitou a intervenção da Procuradora-Geral da República e exige uma palavra da ministra da Saúde sobre estas situações.

“O que é que o Ministério da Saúde pretende fazer para objetivamente defender os seus profissionais?”, esta é a questão lançada pelo sindicato.

O SIM também enviou uma carta à Procuradora-Geral da República (PGR) no sentido de pedir a intervenção do Ministério Público. “Tem de se perceber que quem agredir um profissional do Estado e da saúde tem penalizações”, defende.

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  • Cidadao
    02 jan, 2020 Lisboa 08:40
    Qual doente? A julgar pelo que foi escrito, é mas é um madraço a sofrer de preguicite aguda e a tirar uma vaga a quem está realmente doente. O pior é que agride e sai em liberdade, sem um dia de choça...

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