|

 Casos Ativos

 Internados

 Recuperados

 Mortes

A+ / A-

​Contagem do tempo dos professores de volta ao Parlamento

19 dez, 2019 - 13:23 • Manuela Pires

Petição com 61 mil assinaturas obriga ao regresso do tema ao Parlamento. Sindicatos marcam presença nas galerias, vestidos de branco em sinal de protesto.

A+ / A-

A recuperação da contagem do tempo de serviço dos professores volta a estar em debate esta quinta-feira à tarde no Parlamento. Vai ser discutida em plenário uma petição que tem 61 mil assinaturas e que reclama que os seis anos, seis meses e 23 dias sejam pagos de uma forma faseada, em quatro anos.

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, diz que esta “é a petição com reuniu mais assinaturas de sempre de um só sector profissional”.

Os sindicatos vão marcar presença na Assembleia da República vestidos de branco em sinal de protesto.

Nogueira diz que é uma oportunidade para ver “quais são os partidos que estão ao lado dos professores, isto é, votar favoravelmente a recuperação dos seis anos, seis meses e 23 dias”.

Para além da petição entregue pelos sindicatos de professores, os deputados vão ainda discutir em plenário dois projetos lei, um do PCP e outro do Bloco de Esquerda, que estabelecem a recuperação integral do tempo de serviço, mas que deve ser pago de forma faseada ao longo de seis anos.

A contagem do tempo de serviço dos professores motivou, na anterior sessão legislativa, a ameaça de demissão feita pelo primeiro-ministro, depois de toda a oposição ter aprovado a contagem integral do tempo de serviço dos professores. PSD e CDS acabaram por recuar e alteraram o sentido de voto.

O tema regressa ao parlamento numa altura em que o Orçamento do Estado para 2020, já entregue no Parlamento, está em discussão e pode ainda ser sujeito a alterações em sede de especialidade.

Tópicos
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.