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Francisco Rodrigues dos Santos é o quinto candidato à liderança do CDS

15 dez, 2019 - 22:08 • João Pedro Barros

Líder da Juventude Popular marcou para esta terça-feira, num hotel do Porto, uma comunicação “ao partido e ao país”.

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Francisco Rodrigues dos Santos é o quinto candidato à liderança do CDS, juntando-se assim a João Almeida, Abel Matos Santos, Filipe Lobo d’Ávila e Carlos Meira. O líder da Juventude Popular, organização jovem do partido, anunciou para esta terça-feira, às 21h, num hotel do Porto, uma comunicação “ao partido e ao país”.

No seu espaço de comentário na SIC, Luís Marques Mendes já tinha anunciado que Francisco Rodrigues dos Santos (natural de Coimbra, com 31 anos) irá candidatar-se com o apoio de “um conjunto de personalidades da sociedade civil, que o estão a apoiar na sua moção de estratégia”.

Na corrida à sucessão de Assunção Cristas, que anunciou a saída do partido na sequência dos fracos resultados obtidos nas legislativas de 6 de outubro – a bancada centrista ficou reduzida a cinco deputados –, estão também Abel Matos Santos, porta-voz da corrente interna Tendência Esperança em Movimento (TEM), Filipe Lobo d'Ávila, ex-deputado e líder do grupo Juntos pelo Futuro, João Almeida, porta-voz do partido, e Carlos Meira, ex-líder da concelhia de Viana do Castelo.

O 28.º congresso nacional do CDS-PP realiza-se a 25 e 26 de janeiro de 2020, em Aveiro.

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  • Francisco Sousa
    15 dez, 2019 Praia da Vitória 22:58
    Quatro candidatos à liderança?! Sintoma de vitalidade ou de demasiada fragmentação??? Por outro lado, seria bom refletir porque se atingiu apenas 4,2% (216 mil votos) numas eleições legislativas. Quando o PSD obteve somente 28%. É porque a "história" dos 4% de 2019, nada tem a ver com a dos outros 4%, no tempo das maiorias absolutas do PSD e do professor Cavaco Silva. Naquela época, o PSD tinha à volta de 50%. O CDS foi penalizado pelo voto útil. Houve uma transferência clara de eleitorado seu para o PSD, que um dia, esperava-se que voltasse. Como acabou por regressar, na presidência de Manuel Monteiro, nas legislativas de 1995. E hoje, onde estará o eleitorado do CDS?