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Greta Thunberg eleita personalidade do ano para a revista "Time"

11 dez, 2019 - 12:58 • Cristina Nascimento

Thunberg deixa para trás personalidades como Donald Trump, os manifestantes de Hong Kong ou Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes do Congresso dos Estados Unidos.

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A revista "Time" escolheu a jovem ativista Greta Thunberg como personalidade do ano de 2019. "Greta Thunberg, o poder da juventude", lê-se na capa da revista norte-americana.

A ativista ambiental torna-se a pessoa mais jovem a ser nomeada personalidade do ano pela prestigiada revista. Thunberg deixa para trás personalidades como Donald Trump, os manifestantes de Hong Kong ou Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes do Congresso dos Estados Unidos.

Na revista, os jornalistas da revista norte-americana justificam a escolha pela voz cada vez mais ativa da sueca e descrevem a recente viagem da ativista rumo a Portugal no veleiro "La Vagabonde". A foto na capa da revista foi, aliás, tirada em Lisboa.

Greta Thunberg é sueca, tem 16 anos (faz 17 em janeiro) e é, atualmente, o rosto mais mediático na luta pelas alterações climáticas.

Nascida em Estocolmo a 3 de janeiro de 2003, Greta Thunberg tornou-se uma das figuras mais importantes da luta contra as alterações climáticas nos últimos anos.

O seu protagonismo mediático começou em 2018, quando iniciou o movimento “sextas-feiras pelo futuro” na sua cidade de forma a pressionar as autoridades do país a cumprir o Acordo de Paris. A jovem ativista começou a faltar às aulas nesse dia e a manifestar-se em frente ao parlamento sueco. O seu ativismo inspirou vários jovens pelo planeta a juntarem-se à sua causa. Em maio deste ano, cerca de um milhão de jovens de mais de cem países juntaram-se à sua greve climática estudantil.

"Esta é a causa da minha vida. Devia ser a causa de todas as vidas"
"Esta é a causa da minha vida. Devia ser a causa de todas as vidas"

Rosto do movimento da luta dos mais jovens contra as alterações climáticas, Greta Thunberg foi convidada a discursar na sede ONU, em Nova Iorque. Como forma de alerta para a poluição provocada pelos transportes marítimos, a jovem ativista decidiu atravessar o Atlântico num veleiro.

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