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Teatro

Philippe Quesne apresenta "Crash park - a vida de uma ilha"

06 nov, 2019 - 08:29

É um espetáculo de 90 minutos em francês e inglês, sem legendas.

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Uma ilha deserta onde um grupo de sobreviventes da queda de um avião tentar inventar uma vida possível é o tema de “Crash park", peça de Philippe Quesne a apresentar quinta-feira, no Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa.

"Crash park - a vida de uma ilha", que terá três representações na sala Garrett, antes de seguir para o Rivoli, no Porto, nos dias 15 e 16 deste mês, tem criação, encenação e cenografia de Philippe Quesne e assinala o regresso do criador francês a Lisboa, onde em 2012 e 2016 já apresentou espetáculos no âmbito do Alkantara Festival.

“Os meus espetáculos nascem frequentemente enquanto penso sobre paisagens, ou em que micromundo poderei mergulhar os intérpretes, um local onde eles terão que inventar uma vida possível em quaisquer circunstâncias”, escreve o criador francês, nascido em 1970.

Enquanto espaço isolado no meio dos mares, a ilha, “que conduz às visões mais diversas sustenta muitos mitos é o local de inspiração de várias histórias e narrativas de exílio, o cenário de certas fantasias ou a moldura de utopias”, acrescenta Philippe Quesne sobre este espetáculo estreado, em novembro de 2018, no Théâtre National de Bretagne – Centre Européeen Théâtral e Choréographique, em Rennes.

Com apresentações em Lisboa na quinta e sexta-feira, às 21h00, a peça terá ainda uma representação no sábado, às 19h00, quatro horas depois de uma ´masterclass` ministrada pelo criador.

“Crash park – a vida de uma ilha” é um espetáculo em francês e inglês, sem legendas, já que tem um número reduzido de diálogos.

Com uma duração de 90 minutos, o espetáculo é uma coprodução Théâtre National de Bretagne, HAU, Munchner Kammerspiele, Onassis Cultural Center, com o apoio da Fondation d’entreprise Hermès no âmbito do programa New Settings, Institut français à Paris, Institut français du Portugal e Embaixada de França em Portugal.

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