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Ribeiro Cristovão
Opinião de Ribeiro Cristovão
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​Domingo gordo

28 out, 2019 • Opinião de Ribeiro Cristovão


Após uma injustificada paragem de cerca de um mês, o campeonato da primeira Liga regressou com uma jornada muito interessante, sobretudo porque os três grandes poderiam vir a ter trabalho dobrar perante adversários dispostos a dar luta durante todos os jogos.

A tarde começou com o embate do Benfica em Tondela donde saiu com uma vitória tangencial. Voltou a não ser de elevado nível a exibição da equipa escolhida Por Bruno Lage, tendo para isso contribuído a excelente réplica dada pela equipa beirã.

Como sempre, em circunstâncias como esta, prevalece a ideia segundo a qual foi mais relevante o resultado do que a exibição. É verdade. No entanto começa a ser tempo de vermos um Benfica diferente, ao nível daquele que acompanhámos na temporada passada.

No Estádio do Dragão, ao contrário, o Futebol Clube do Porto teve capacidade para juntar bons momentos de futebol a um desfecho que não deixou dúvidas. Sérgio Conceição mexeu na equipa, com algumas surpresas pelo meio, mas o efeito revelou-se muito positivo.

Convém não perder de vista ideia de que os dragões defrontavam o líder da classificação à sétima jornada, e o Famalicão tudo iria fazer para manter esse estatuto. Os dragões foram, no entanto, capazes de tornear o obstáculo e tirar dúvidas a quantos terão ficado desagradados com a prestação de quinta-feira, em jogo da Liga Europa.

Quanto aos leões, pode dizer-se, com toda a propriedade, que havia toda uma série de contributos para que a equipa surgisse receosa em Alvalade: o adversário tem enorme qualidade, como de resto ficou confirmado, e o ambiente poderia voltar a ficar carregado por força da atuação de grupos que, voltou a ficar provado, a maioria rejeita.

Afinal, os leões terão produzido a sua melhor exibição da temporada e, mercê da mesma,

alcançado um resultado que se torna ainda mais importante porque conseguido frente a uma das melhores equipas do nosso campeonato.

Assim, com boas exibições e resultados a condizer, poderá ser possível voltar a haver, em Alvalade, a tranquilidade que lhe tem faltado, e que, todos sabemos, é perfeitamente indispensável. As duas coisas são indissociáveis.

Só que é necessário que toda a família leonina o compreenda, o que parece longe de acontecer.

A tarde começou com o embate do Benfica em Tondela donde saiu com uma vitória tangencial. Voltou a não ser de elevado nível a exibição da equipa escolhida Por Bruno Lage, tendo para isso contribuído a excelente réplica dada pela equipa beirã.

Como sempre, em circunstâncias como esta, prevalece a ideia segundo a qual foi mais relevante o resultado do que a exibição. É verdade. No entanto começa a ser tempo de vermos um Benfica diferente, ao nível daquele que acompanhámos na temporada passada.

No Estádio do Dragão, ao contrário, o Futebol Clube do Porto teve capacidade para juntar bons momentos de futebol a um desfecho que não deixou dúvidas. Sérgio Conceição mexeu na equipa, com algumas surpresas pelo meio, mas o efeito revelou-se muito positivo.

Convém não perder de vista ideia de que os dragões defrontavam o líder da classificação à sétima jornada, e o Famalicão tudo iria fazer para manter esse estatuto. Os dragões foram, no entanto, capazes de tornear o obstáculo e tirar dúvidas a quantos terão ficado desagradados com a prestação de quinta-feira, em jogo da Liga Europa.

Quanto aos leões, pode dizer-se, com toda a propriedade, que havia toda uma série de contributos para que a equipa surgisse receosa em Alvalade: o adversário tem enorme qualidade, como de resto ficou confirmado, e o ambiente poderia voltar a ficar carregado por força da atuação de grupos que, voltou a ficar provado, a maioria rejeita.

Afinal, os leões terão produzido a sua melhor exibição da temporada e, mercê da mesma,

alcançado um resultado que se torna ainda mais importante porque conseguido frente a uma das melhores equipas do nosso campeonato.

Assim, com boas exibições e resultados a condizer, poderá ser possível voltar a haver, em Alvalade, a tranquilidade que lhe tem faltado, e que, todos sabemos, é perfeitamente indispensável. As duas coisas são indissociáveis.

Só que é necessário que toda a família leonina o compreenda, o que parece longe de acontecer.

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