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Nós, Cidadãos! defende a construção de "fábricas de água"

01 out, 2019 - 22:29 • Celso Paiva Sol

José Roquette utilizou o exemplo dos incêndios de 2017 para descrever uma "situação de imprevidência" em relação à água.

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A cinco dias das eleições, José Roquette foi a figura central do dia de campanha do Nós, Cidadãos!. O empresário encabeça a comissão de honra da candidatura do partido às legislativas e, esta terça-feira, deu a cara pelas propostas relativas à água.

Roquette criticou a passividade dos portugueses e comparou a situação com a dos incêndios de 2017.

"Em relação à água, estamos em situação muito parecida com a que o país passou com os incêndios de 2017, que é a chamada imprevidência. Não estávamos preparados, nada estava preparado e aconteceu o que todos sabemos. Com a água estamos muito perto da mesma situação".

O empresário mostra-se incomodado com a inércia dos sucessivos governos e, entre as soluções possíveis, defende a criação de centrais de dessalinização, que convertam a água do mar em água utilizável no dia-a-dia dos portugueses.

Segundo José Roquette, Espanha já tem mais de 900 centrais, enquanto que Portugal continua a haver apenas duas, privadas e de pequena dimensão.

Nova Constituição

José Roquette considera que a classe politica está de tal forma desfasada dos grandes desafios da atualidade que começa a ser urgente até mudar a lei fundamental: "Como é evidente, não posso deixar de pensar que Portugal precisa urgentemente de uma nova Constituição, porque esta não serve os problemas que o país tem pela frente".

A ação desta terça-feira, que ocorreu simbolicamente no Dia Nacional da Água, decorreu no Parque das Nações, junto ao Tejo e a um mapa das áreas mais afectadas pela seca.

O Nós, Cidadãos! acredita que conseguirá eleger, pelo menos, um deputado por Lisboa.

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