A+ / A-

Furacão Dorian. Número de desaparecidos nas Bahamas desce para 1.300

12 set, 2019 - 23:41 • Redação com Reuters

É cerca de metade dos 2.500 anunciados inicialmente pelo Governo, que justifica que a contagem inicial incluía pessoas refugiadas em abrigos. Há 50 mortos confirmados.
A+ / A-

A Agência de Gestão de Emergências das Bahamas (NEMA, na sigla inglesa) tinha calculado em cerca de 2.500 pessoas o número de desaparecidos nas Bahamas, mais de uma semana após a passagem do furacão Dorian, mas retificou esta quarta-feira: afinal, serão apenas 1.300, um balanço já muito trágico e que inclui ainda 50 mortos.

"O número de pessoas dadas como desaparecidas pelo Governo das Bahamas está a descer dia a dia”, afirmou Carl Smith, porta-voz da NEMA, em conferência de imprensa.

A descida está relacionada com o cruzamento dos nomes de pessoas evacuadas de zonas fustigadas pelo furacão com a lista de desaparecidos. O Governo justifica-se ainda dizendo que pode ter incluído inicialmente cidadãos que estavam em abrigos.

Há, para já, 50 mortos confirmados, mas o primeiro-ministro das Bahamas, Hubert Minnis, já avisou que o número deve aumentar.

“A nossa solidariedade vai para as famílias que perderam alguém. Vamos rezar por eles neste tempo de dor. Não os vamos esquecer”, disse Hubert Minnis.

O Dorian, que no último fim de semana deixou mais de 200 mil pessoas sem luz na costa atlântica do Canadá, devastou primeiro o arquipélago das Bahamas, sobre o qual permaneceu por muito tempo, quase imóvel, com chuvas torrenciais.

Segundo Hubert Minnis, 60% de Marsh Harbour, a principal cidade das Ábaco, ficou destruída.

Os ventos fortes e as águas castanhas e lamacentas destruíram ou danificaram gravemente milhares de casas, paralisando hospitais e deixando muitas pessoas presas em sótãos.


legislativas 2019 promosite
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.