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Organismo católico condena morte de freira, a "verdadeira apóstola nas periferias"

11 set, 2019 - 10:40 • Ecclesia com redação

A irmã Maria Antónia Guerra, de 61 anos, foi assassinada em São João da Madeira esta semana.
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A Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) condenou a morte “inesperada e violenta” da irmã Maria Antónia Guerra, membro da Congregação das Servas de Maria Ministras dos Enfermos, assassinada no último domingo, em São João da Madeira.

“Unidos na dor, e revoltados com as circunstâncias algo estranhas em que faleceu esta Irmã – verdadeira apóstola nas periferias junto dos mais necessitados-, e na certeza de que ‘a vida não acaba, mas apenas se transforma’, a CIRP exprime o seu voto de pesar pelo falecimento da Irmã Maria Antónia Guerra”, refere o comunicado do organismo católico.

A CIRP vem a público “condenar a forma violenta e incompreensível do cruel assassinato desta Irmã que com a doação da sua vida até ao extremo foi testemunha de Cristo que derramou o seu sangue pela remissão dos pecados da Humanidade”.

“Imploramos ao Senhor a Sua Misericórdia para o autor deste horrendo ato e para a Irmã Antónia a recompensa dos justos na Casa do Pai”, acrescenta a nota, que manifesta solidariedade aos “familiares e irmãs de religião” da irmã Maria Antónia Guerra.

O funeral da religiosa realiza-se esta quarta-feira, na igreja matriz de S. João da Madeira, pelas 11h00.

A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, identificou e deteve no domingo um homem pela prática do crime de homicídio qualificado, de que foi vítima a religiosa, de 61 anos.

O suspeito, de 44 anos, tem antecedentes criminais pela prática de crimes de tráfico de estupefacientes, violação e sequestro.


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