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Motoristas de mercadorias mantêm greve após plenário

10 ago, 2019 - 12:26

Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias só uma "aproximação da Antram", associação que representa as empresas, pode cancelar a paralisação que começa na segunda-feira.

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O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) vai manter a greve, anunciou este sábado o porta-voz Anacleto Rodrigues no final de um plenário, em Leiria.

Os trabalhadores "aprovaram por unanimidade a manutenção da greve", declarou o sindicalista aos jornalistas.

No plenário deste sábado, em Leiria, foram acertados os piquetes de greve para que "tudo decorra sem sobressaltos" e para que os veículos dos serviços mínimos possam operar sem problemas.

Na quarta-feira, o Governo decretou serviços mínimos entre 50% e 100%. O executivo também declarou o estado de emergência energética, que prevê algumas medidas de exceção.

Questionado pelo jornalistas, Anacleto Rodrigues afirma que só uma "aproximação da Antram", associação que representa as empresas, pode cancelar a paralisação por tempo indeterminado.

Até ao momento, não chegou aos sindicatos dos motoristas qualquer contraproposta da Antram, referiu.

Depois deste plenário matinal, seguem-se mais duas reuniões, com o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP): uma pelas 16h00, em Aveiras de Cima, e outra às 17h00, em Olhão.

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  • Cidadao
    10 ago, 2019 Lisboa 14:28
    Com os serviços "minímos" decretados, a greve acabou antes de começar. Se há postos já secos antes mesmo da greve isso só se deve a má gestão desses postos que ficaram a dormir enquanto o nível de combustível descia, em vez de solicitarem o reforço. Má gestão, nada mais. E se a greve está condenada, teria sido preferível levantarem a greve sob protesto e esperarem a decisão do Tribunal sobre a validade ou não dos serviços mínimos decretados pelo governo. Só a providência cautelar foi rejeitada, a acção principal continua em tribunal. A menos que a ideia seja organizar bloqueios, desacatos, choques com as autoridades. Mas aí, sem apoio popular, e face à desproporção de Força, vão perder mais uma vez.
  • Antonio Dourado
    10 ago, 2019 12:57
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