A+ / A-

Venezuela. Guaidó diz que “Maduro não tem o apoio dos militares" e apela à mobilização

01 mai, 2019 - 02:05

Líder da oposição a Nicolás Maduro quer "toda a Venezuela na rua” durante o 1.º de Maio, para a “fase definitiva da Operação Liberdade.
A+ / A-

Veja também:


Nicolás Maduro “não tem o apoio nem o respeito das Forças Armadas”, garante o líder da revolta na Venezuela, Juan Guaidó.

Num vídeo na rede social Facebook, o autoproclamado presidente interino e líder da Assembleia Nacional pede aos militares que “continuem a avançar” com a “Operação Liberdade”, para derrubar Maduro e resgatar o país.

“Maduro não tem o apoio nem o respeito das Forças Armadas, muito menos do povo da Venezuela, porque não protege nada, não apresenta resultados, não oferece soluções”, acusa.

Juan Guaidó diz que revolta está a progredir. “Foi um dia histórico para o país neste início da fase definitiva da ‘Operação Liberdade’ para o fim da usurpação”, declarou.

“Nós, os venezuelanos que nos rebelámos pacificamente, temos a oportunidade de conquistar o nosso futuro” na “fase definitiva da Operação Liberdade. Amanhã [quarta-feira], toda a Venezuela às ruas”, apelou o presidente interino, que também agradeceu o apoio da comunidade internacional.

Juan Guaidó diz que as pessoas protestam nas ruas do e Nicolás Maduro não deu a cara e nega a existência de um golpe de Estado, porque ele é que é o Presidente legítimo e o comandante supremo das Forças Armadas.

“Na Venezuela, hoje não há a possibilidade de um golpe de Estado, a menos que me queiram derrubar a mim. Temos a possibilidade de uma rebelião pacífica, como foi o dia de hoje, contra um tirano que se fecha em quatro paredes porque tem medo de dar a cara à nossa gente”, declarou Juan Guaidó.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.