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Mais camas universitárias. Federação Académica do Porto acusa Governo de centralismo

26 fev, 2019 - 11:42 • Redação

São quase 12 mil novas camas previstas num programa para duplicar a oferta de alojamento estudantil. 60% das vagas ficam na Grande Lisboa.
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O presidente da Federação Académica do Porto, João Pedro Videira, acusa o Governo de centralismo na distribuição de novas camas para estudantes universitários.

Na opinião de João Pedro Videira, o número de camas previsto para a cidade fica muito aquém das necessidades dos estudantes deslocados.

“Opta-se por distribuir por Lisboa e só depois pelo resto do país”, critica. “O Porto tem cerca de 23 mil estudantes deslocados, mas fica um bocadinho aquém das expectativas para este programa”, lamenta.

“Esperemos agora, durante os próximos 30 dias em que é possível acrescentar mais alguns imóveis a este decreto-lei, que se possa dar aqui alguns acrescentos para que, de facto, a situação possa ser mitigada”, afirma ainda João Pedro Videira, em declarações à Renascença.

O plano para duplicar o número de camas para estudantes foi publicado esta terça-feira em Diário da República e entra em vigor amanhã, quarta-feira.

São quase cerca de 12 mil novas camas previstas num programa que tem o objetivo de duplicar a oferta de alojamento estudantil nos próximos 10 anos. Mas 60% das vagas estão na Grande Lisboa.


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