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​Joana Marques Vidal defende audição pública de procuradores-gerais da República

09 out, 2018 - 20:39

A audição no Parlamento “poderia proporcionar uma maior transparência", afirma a procuradora em fim de mandato.

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Joana Marques Vidal defende que as personalidades escolhidas para procurador-geral da República deviam passar por uma audição pública na Assembleia da República.

A atual procuradora, que vai ser substituída por Lucília Gago, falava esta terça-feira numa conferência sobre o Futuro da Justiça, no Grémio Literário, em Lisboa.

"Este modelo parece-me equilibrado. Há quem defenda uma intervenção do Parlamento mesmo no processo de nomeação ou na proposta dos nomes a nomear. Penso que, mantendo-se este modelo, a intervenção do Parlamento podia-se consubstanciar na audição pública da pessoa indicada, uma audição sobre o que pensa do cargo”, afirma Joana Marques Vidal.

A procuradora-geral cessante considera que esta audição pública “poderia proporcionar uma maior transparência e um conhecimento [público] da conceção das pessoas indicadas".

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