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Marcelo agradece "determinação" de Joana Marques Vidal no "combate à corrupção"

21 set, 2018 - 17:35

Presidente da República salienta que "a riqueza da democracia" é que as instituições ficam e as pessoas passam.

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, agradeceu esta sexta-feira a lealdade e humildade com que Joana Marques Vidal exerceu o cargo de procuradora-geral da República e a sua determinação no "combate à corrupção", mas disse também que "a riqueza da democracia" é que as instituições ficam e as pessoas passam.

Numa conferência sobre corrupção, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa começou a sua intervenção com um elogio à procuradora que terminada o mandato em outubro e vai ser substituída por Lucília Gago.

Dirigindo-se a Joana Marques Vidal, que tinha discursado instantes antes, o chefe de Estado começou por "agradecer o empenho de uma carreira e de uma missão particularmente relevante nos últimos anos".

O Presidente destacou também a "humildade coerente" com que a PGR desempenhou as suas funções ao longo do seu mandato agora prestes a terminar.

"Menção para forma leal pessoal e institucional como se relacionou com o Presidente da República nos últimos dois anos e meio", salientou Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente também salientou também que "a riqueza da democracia" é que as instituições ficam e as pessoas passam.

"Sabemos bem, senhora procuradora-geral da República, que é essa a riqueza da democracia. Nós, seus servidores, tudo devemos fazer para valorizar, prestigiar, fortalecer, credibilizar as instituições. Mas, somos passageiros titulares de cargos, de funções, que recebemos de outros e a outros transmitindo, assim permitindo a renovação nas ideias, nos estilos, nas iniciativas - ainda que devam permanecer os valores, os princípios e as prioridades institucionalizadas", acrescentou.

No final, o Presidente disse aos jornalistas elogiou também a "inteligência e determinação" de Joana Marques Vidal "no combate à corrupção".

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  • FIlipe
    25 set, 2018 évora 01:12
    Olha ... olha , "combateu" como o regime Nazi ? Então agora combate-se algo que ainda nem sequer foi a tribunal e transitou em julgado ? E se for absolvição no fim , que combate existiu ? O Sr. Presidente por vezes envergonha a democracia e é um aliado da fogueira Medieval .