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Papa e Erdogan apelam ao respeito pela “legalidade internacional” sobre Jerusalém

05 fev, 2018 - 16:16 • Ecclesia

Francisco e Recep Tayyip Erdogan estiveram reunidos cerca de uma hora, esta segunda-feira.

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Jerusalém, Síria, refugiados. Papa oferece a Erdogan uma prenda anti-guerra
Jerusalém, Síria, refugiados. Papa oferece a Erdogan uma prenda anti-guerra

O Papa Francisco recebeu esta segunda-feira o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, com quem debateu a situação no Médio Oriente, especialmente o estatuto de Jerusalém.

Segundo comunicado do Vaticano, os dois responsáveis sublinharam “a necessidade de promover a paz e a estabilidade na Região mediante o diálogo e a negociação, no respeito pelos direitos humanos e pela legalidade internacional”.

A audiência privada durou cerca de uma hora e Erdogan reuniu-se depois com o responsável pela diplomacia da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, acompanhado pelo secretário do Vaticano para as relações com os Estados, o arcebispo Paul Richard Gallagher.

Os encontros abordaram relações bilaterais entre a Santa Sé e a Turquia e a situação do país, com atenção particular à “situação da comunidade católica, ao empenho de acolhimento dos numerosos refugiados e aos desafios que lhe estão ligados”.

O presidente turco e a sua esposa, Emine Erdogan, foram recebidos pelo prefeito da Casa Pontifícia, o arcebispo Georg Gaenswein, no portão de São Dâmaso.

O Papa acolheu Erdogan no Palácio Apostólico, antes da reunião na Sala da Biblioteca; Francisco ofereceu ao líder turco um medalhão com a representação do anjo da paz, que “sufoca o demónio da guerra”, com símbolo de um mundo “baseado na paz e na justiça”

“Agradeço-lhe muito pelo seu interesse”, disse o presidente da Turquia a Francisco.

Esta foi a primeira visita de um chefe de Estado turco ao Vaticano desde 1959; o atual Papa visitou a Turquia em novembro de 2014.

Comentários
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  • Anónimo
    10 jul, 2018 17:51
    Erdogan tem uma moral para falar que nem digo nada...
  • António Costa
    05 fev, 2018 Cacém 22:07
    "...a necessidade de promover a paz e a estabilidade na Região mediante o diálogo e a negociação, no respeito pelos direitos humanos e pela legalidade internacional.." Pois é, o povo curdo está a aperceber-se de forma "explosiva" desses esforços.

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