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Raríssimas. Retomar confiança dos parceiros é a prioridade da nova presidente

05 jan, 2018 - 12:26

Sónia Laygue foi eleita na quarta-feira e tomou posse esta sexta de manhã.

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A nova presidente da associação Raríssimas declarou esta sexta-feira que a sua prioridade é esclarecer a situação financeira da instituição, manter o financiamento e os apoios e retomar a confiança de todos os parceiros.

“As nossas prioridades são esclarecer a situação financeira, manter o financiamento e apoios previstos nos próximos meses, fazer o diagnóstico de toda a situação, traçar um plano de acção claro, focado e com metas e transparência”, anunciou Sónia Margarida Laygue.

A nova dirigente falava na Casa dos Marcos, na Moita, durante a cerimónia de tomada de posse do cargo para o qual foi eleita na quarta-feira, durante uma assembleia geral extraordinária da Raríssimas – Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras.

A nova direcção foi eleita a partir de uma lista apresentada por pais e funcionários da instituição, na sequência do afastamento, por suspeita de má gestão, de Paula Brito da Costa, fundadora e ex-presidente da associação.

Paula Brito da Costa é suspeita da prática dos crimes de peculato, falsificação e recebimento indevido.

O “caso Raríssimas” teve origem numa investigação da TVI, divulgada no dia 9 de Dezembro, através de uma reportagem que revelou documentos que colocam em causa a gestão de Paula Brito e Costa à frente da instituição e um alegado uso do dinheiro destinado à associação Raríssimas e à Casa dos Marcos (criada para tratar e acolher pacientes com doenças raras) em gastos pessoais.

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  • 09 fev, 2018 palmela 13:09
    Deixaram a outra gastar o dinheiro todo! Agora pedem esmola!
  • António
    05 jan, 2018 Porto 18:51
    E se o nosso ídolo do futebol Ronaldo cheirasse mal dos pés nos balneários? Aos quatrocentos e tal digo-vos que abram os olhos pois tinham uma enorme vantagem que agora por mexericos de fardas e exigências desprezam, que querem afinal? Qual foi a corrida em que concorreram que não ganharam com a vantagem que tinham? Posso estar enganado mas olhando para o que fez desprezo por inteiro o que diz, os factos são estrondosos. Ainda sobrou maldade para arranhar o ministro mas as unhas partiram-se ai. Penalizem o que têm a penalizar mas reconheçam que têm a pessoa certa para o lugar certo, não misturem alhos com bugalhos, sapos todos teremos nós que engolir até ao fim dos nossos dias, acabam-se uns vêm outros restando sempre “quem está mal mudasse” aqui o objetivo são criar condições o mais dignas possíveis a crianças, parabéns Dra, tiro-lhe o chapéu.
  • Filipe
    05 jan, 2018 évora 15:54
    De um dia para o outro queimam e julgam na praça pública hoje qualquer cidadão e vão logo a correr meter o carro à frente dos bois , já não se respeita nada . Parece aquele jornalista da TVI sobre a IURD que em direto parecia viver num país de Anarquistas , ele bem afirmava que não cria saber cá dos Códigos das leis , apenas a sua lei imposta e que queria apenas duas palavras , " o bem ou o mal " ! Não queiram matar esta democracia e fazer um reset para uma nova , vão ver daqui a uns dias mais , os efeitos dos Autos da Fé em vigor .